Esta miniatura pertence à colecção 100 Anos de Desporto Automóvel.
Em 2002 a Ford manteve a mesma dupla de pilotos do ano anterior para tentar conquistar os dois títulos do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC). Para tentar alcançar esse objectivo a dupla da Ford, o escocês Colin McRae e o espanhol Carlos Sainz, tinham ao seu dispor um dos melhores carros de ralis: o Ford Focus WRC.
O Ford Focus WRC ia já para o quarto ano de competição nos ralis, tinha estreado em 1999, logo a fase dos problemas de juventude do Focus à muito que tinha sido ultrapassada. Esperava-se desse modo que os títulos estariam muito perto de ser conquistados, até porque a grande qualidade dos dois pilotos era reconhecida mundialmente. No entanto, as coisas não iriam acontecer como se poderia esperar, principalmente porque a concorrência veio a revelar-se muito forte, nomeadamente a Peugeot e o finlandês Marcus Gronholm.
No final da temporada, dos 14 ralis a Ford apenas conseguiu vencer 3 e ficou em segundo lugar muito longe da Peugeot. O melhor período da Ford aconteceu sensivelmente a meio do campeonato quando conseguiu vencer 3 ralis consecutivos: Sainz venceu na Argentina e McRae na Acrópole e no Safari. No campeonato de pilotos Sainz ficou em terceiro e McRae foi quarto.
A miniatura apresentada representa o Ford Focus WRC de Colin McRae, vencedor do Rali da Acrópole de 2002. Nota: na colecção 100 Anos de Desporto Automóvel a miniatura está referenciada como sendo do ano de 2001, o que está errado. Depois de pesquisar alguns sites cheguei à conclusão que no ano de 2001, na Acrópole, McRae correu com o número 4 e não com o 5, número que utilizou em 2002.
Campeonato do Mundo de Ralis de 2002
O campeonato de 2002 trouxe algumas alterações na constituição das equipas, sendo que as principais foram as seguintes: Richard Burns (britânico), campeão de 2001, deixou a Subaru e assinou pela Peugeot, enquanto Tommi Makinen (finlandês), terminou a sua longa ligação à Mitsubishi e foi para a Subaru. No que diz respeito ao nosso rali, a FIA, sob o pretexto de problemas de organização, resolveu excluir o rali português e deu o seu lugar ao Rali da Alemanha.
No Rali de Monte Carlo, que deu início à temporada de 2002, a luta pela vitória foi intensa mas acabou por ser um erro a determinar o vencedor da prova. Tommi Makinen deu sinais de que ainda não estava em fim de carreira e mostrou a todos que a mudança de equipa poderia ser benéfica. Makinen lutou pela vitória com Sebástian Loeb (francês), o jovem piloto da Citroen. Os Peugeot estavam atrasados e já nada podiam fazer pela vitória. Os pilotos da Ford também nada puderam fazer senão aguardar pelo desfecho da luta entre Makinen e Loeb. O francês da Citroen poderia mesmo ter vencido não fosse ter sofrido uma penalização por ter trocado de pneus numa zona proibida. Penalizado com 2 minutos, Loeb acabou por ficar em segundo lugar sendo Makinen o grande beneficiado que lucrou com uma vitória que normalmente teria sido de Loeb. Sainz terminou em terceiro lugar a apenas 1 segundo de Loeb.
O Rali da Suécia foi uma prova em que os Peugeot dominaram completamente a concorrência. Marcus Gronholm apenas teve que se preocupar com o seu colega de equipa e compatriota Harri Rovampera. A Peugeot conquistava a sua primeira vitória desse ano e embalava para um ciclo de 3 ralis que lhes seria muito favorável ao nível de resultados. Gronholm foi o primeiro, Rovampera o segundo e Sainz repetia o terceiro lugar de Monte Carlo.
(continua)
Em 2002 a Ford manteve a mesma dupla de pilotos do ano anterior para tentar conquistar os dois títulos do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC). Para tentar alcançar esse objectivo a dupla da Ford, o escocês Colin McRae e o espanhol Carlos Sainz, tinham ao seu dispor um dos melhores carros de ralis: o Ford Focus WRC.
O Ford Focus WRC ia já para o quarto ano de competição nos ralis, tinha estreado em 1999, logo a fase dos problemas de juventude do Focus à muito que tinha sido ultrapassada. Esperava-se desse modo que os títulos estariam muito perto de ser conquistados, até porque a grande qualidade dos dois pilotos era reconhecida mundialmente. No entanto, as coisas não iriam acontecer como se poderia esperar, principalmente porque a concorrência veio a revelar-se muito forte, nomeadamente a Peugeot e o finlandês Marcus Gronholm.
No final da temporada, dos 14 ralis a Ford apenas conseguiu vencer 3 e ficou em segundo lugar muito longe da Peugeot. O melhor período da Ford aconteceu sensivelmente a meio do campeonato quando conseguiu vencer 3 ralis consecutivos: Sainz venceu na Argentina e McRae na Acrópole e no Safari. No campeonato de pilotos Sainz ficou em terceiro e McRae foi quarto.
A miniatura apresentada representa o Ford Focus WRC de Colin McRae, vencedor do Rali da Acrópole de 2002. Nota: na colecção 100 Anos de Desporto Automóvel a miniatura está referenciada como sendo do ano de 2001, o que está errado. Depois de pesquisar alguns sites cheguei à conclusão que no ano de 2001, na Acrópole, McRae correu com o número 4 e não com o 5, número que utilizou em 2002.
Campeonato do Mundo de Ralis de 2002
O campeonato de 2002 trouxe algumas alterações na constituição das equipas, sendo que as principais foram as seguintes: Richard Burns (britânico), campeão de 2001, deixou a Subaru e assinou pela Peugeot, enquanto Tommi Makinen (finlandês), terminou a sua longa ligação à Mitsubishi e foi para a Subaru. No que diz respeito ao nosso rali, a FIA, sob o pretexto de problemas de organização, resolveu excluir o rali português e deu o seu lugar ao Rali da Alemanha.
No Rali de Monte Carlo, que deu início à temporada de 2002, a luta pela vitória foi intensa mas acabou por ser um erro a determinar o vencedor da prova. Tommi Makinen deu sinais de que ainda não estava em fim de carreira e mostrou a todos que a mudança de equipa poderia ser benéfica. Makinen lutou pela vitória com Sebástian Loeb (francês), o jovem piloto da Citroen. Os Peugeot estavam atrasados e já nada podiam fazer pela vitória. Os pilotos da Ford também nada puderam fazer senão aguardar pelo desfecho da luta entre Makinen e Loeb. O francês da Citroen poderia mesmo ter vencido não fosse ter sofrido uma penalização por ter trocado de pneus numa zona proibida. Penalizado com 2 minutos, Loeb acabou por ficar em segundo lugar sendo Makinen o grande beneficiado que lucrou com uma vitória que normalmente teria sido de Loeb. Sainz terminou em terceiro lugar a apenas 1 segundo de Loeb.
O Rali da Suécia foi uma prova em que os Peugeot dominaram completamente a concorrência. Marcus Gronholm apenas teve que se preocupar com o seu colega de equipa e compatriota Harri Rovampera. A Peugeot conquistava a sua primeira vitória desse ano e embalava para um ciclo de 3 ralis que lhes seria muito favorável ao nível de resultados. Gronholm foi o primeiro, Rovampera o segundo e Sainz repetia o terceiro lugar de Monte Carlo.
(continua)