05 junho 2022

Ford Mustang Shelby GT500 (1967)


Esta miniatura pertence à colecção American Cars (fascículo nº 1) da Planeta DeAgostini.
A miniatura do Ford Mustang Shelby GT500 é de uma qualidade bastante aceitável tendo em conta estas colecções de fascículos. É o número um desta colecção e apresenta pormenores e decalques bastante agradáveis nesta categoria de miniaturas. O resultado final não é de desprezar e vale bem o investimento.
Saliento uma curiosidade cinematográfica deste Shelby que é o facto deste automóvel ter uma papel relevante no filme "Gone in 60 Seconds" (2000) onde o protagonista tem uma lista de 50 carros para serem roubados, cada um sendo identificado com o nome de uma mulher: o último da lista era o Ford Mustang Shelby "Elenor" GT500 de 1967.
O Ford Mustang revolucionou o conceito de automóvel desportivo quando foi lançado em 1964. Foi um sucesso de vendas imediato, e as suas possibilidades como carro desportivo chamaram a atenção da empresa Shelby American, propriedade de Carroll Shelby.
A colaboração de Carroll Shelby vinha desde o seu exito com o AC Cobra. A relação entre a Ford e a Shelby American estritou-se ainda mais com o projeto do Ford GT40 para Le Mans. E em 1965 surgiu o primeiro Shelby Mustang, o GT350, que tinha um motor V8 de 4,7 litros com 306 cv de potência. Contudo foi em 1967 quando foi introduzida uma alteração no Ford Mustang, um maior vão do motor que permitiu a instalação de um motor V8 de maior dimensões (6,3 litros com 335 cv de potencia), que assim surgiu o Mustang GT500. A Shelby American utilizou para o novo GT500 um motor de 428 polegadas de 7 litros derivado daquele que a Ford reservava para os Interceptor - carros de patrulha das policias rodoviárias. O motor 428 era usado nos modelos maiores da marca, oferecendo de série 245 cv. Carroll Shelby utilizou um coletor de admissão de alumínio procedente do motor 427 de competição, que ele mesmo utilizava nos seus Cobra, e dois carburadores Holleu de 600 mm e quatro corpos. A caixa era manual de 4 velocidades ou automática. Deste modo o GT500 declarava 355 cv de potência.
                     
Para reduzir o peso e melhorar a refrigeração mecânica, Shelby substituiu o capô dianteiro por um de fibra de vidro que alongava a dianteira do carro, permitindo a instalação de duas tomadas de ar. A porta do porta-malas, com aerofólio integrado, também era de fibra de vidro. O Shelby GT500 era fácil de reconhecer devido aos dois faróis auxiliares dianteiros centralizados na grade (exceto em alguns estados onde a legislação não permitia. O Shelby Mustang de 1967 foi um dos muscle cars de maior sucesso da sua época. Além de ser mais rápido do que o GT350, o GT500 vendeu mais do que o seu irmão menor (2.048 unidades contra 1.175 em 1967) e se consolidou como o Shelby de maior êxito.
                     
                     
                                  
Fonte: fascículo nº1 da colecção American Cars que acompanha a miniatura.

08 maio 2022

Saviem SG2 - Renault Sport Team (1978)

Esta miniatura pertence à colecção Veículos de assistência em Rally (fascículo nº 2) da Altaya.
"O Saviem SG2 (sigla de Super Goélette) de 1978, um furgão à prova de bomba, foi um pequeno veículo comercial que a Saviem fabricou como se fosse um modelo pesado. A sua produção,em França, iniciou-se em 1965 e terminou em 1982, já como Renault.
                 
Após a época do R8 Gordini, tanto a Renault como a Alpine utilizaram os SG2 como oficina móvel nos ralies. Ao contrário da SG3, o eixo traseiro estava equipado com rodas simples em vez das gémeas.


Motor: MAN 712 diesel de quatro cilindros, 3318,91 cm3 e curso longo (98x110 mm), potência de 76 cv DIN (55,8 kW) a 3200 rpm, binário de 19,1 Nm DIN a 2000 rpm, taxa de compressão de 17,5/1, árvore de cames lateral acionada por cascata de rodas dentadas e bomba de injeção Bosch EP/VA.
Caixa de velocidades: 321, sincronizada e com quatro relações. Embraiagem monodisco a seco.
Transmissão: às rodas traseiras por cardã de duas secções e respectivos eixos de roda. Eixo traseiro com três relações de transmissão finais selecionáveis.
Suspensão: dianteira com rodas independentes, molas helicoidais e amortecedores telescópicos; traseira com braços oscilantes, molas helicoidais, amortecedores telescópicos e calços de borracha.
chassi: duas longarinas de aço cravado a frio, unidas com cinco travessas soldadas. Duas portas traseiras com dobradiças e uma porta lateral deslizante.
 
Travões: dianteiros e traseiros de tambor (305 mm), assistidos com servofreios Mastervac. dois cilindros por roda à frente e um atrás.
Direção: parafuso glóbico, com um raio de giro de 6,1 m."
Dimensões e Capacidade
Comprimento: 4,997 m (total) e 3,037m (útil).
Largura: 2,0 m(total) e 1,68 m (útil); guarda-lamas de 1,328 m.
Altura: 2,54 m (total) e 1,71 (útil).
Volume de carga: 13.6 m3. Dois lugares (três como opção).
Tara/Carga útil: 2125kg/1375kg.
Capacidade do depósito: 70 l.
Pneus dianteiros e traseiros: 19x400; pressão: 3.5 bar à frente e 4,5 bar atrás.
Consumo médio 12 l em 100 km.
Rendimento: velocidade máxima de 99 km/h. in fascículo nº 2 pag. 4 e 5.
                 
A miniatura do Saviem SG2 de 1978 representa o veículo de assistência utilizado pela equipa Renault Sport nos Ralis. A miniatura está bem detalhada e com uma boa qualidade nos detalhes. Como tem acontecido várias vezes nestas colecções procuro comprar os primeiros fascículos devido ao preço de lançamento.

22 março 2022

Tyrrell 006 - Jackie Stewart (1973)

Esta miniatura pertence à colecção Formula 1 The Car Collection da Salvat (esc. 1/43).
O Tyrrell 006 desenhado por Derek Gardner, projectista de Ken Tyrrell, teve a sua estreia ainda no campeonato de 1972, correndo nas duas últimas provas desse ano (Canadá e USA). A dupla de pilotos da Tyrrell era formada por Jackie Stewart (britânico) e François Cevert (francês) e foi o francês que pilotou o Tyrrell 006 na estreia em 1972. Stewart só utilizou o 006 na terceira prova de 1973.
O Tyrrell 006 utilizava o sempre eficiente motor Ford Cosworth DFV V8 com 2993 cc debitando 450 cv de potência às 10800 rpm; a caixa era da Hewland com 5 velocidades; o peso do 006 rondava 570 kg. Os pneus eram da GoodYear.
A miniatura apresentada é o Tyrrell 006 de Jackie Stewart no campeonato de 1973. Já anteriormente, aqui no blog 4Rodinhas, apresentei o Tyrrell 006 de François Cevert (monolugar com o qual o piloto francês teve o seu acidente fatal nos treinos para o GP dos EUA de 1973).
O campeonato de 1973 (15 gp’s) iniciou na Argentina com uma vitória do campeão de 1972, Emerson Fittipaldi (brasileiro) da Lotus. Os dois pilotos da Tyrrell ocuparam o 2º e 3º lugares, François Cevert e Jackie Stewart respectivamente. O campeonato seguiu muito equilibrado entre Stewart e Fittipaldi até à nona prova: Fittipaldi venceu no Brasil, Stewart na Africa do Sul, Fittipaldi na Espanha, Stewart na Bélgica e no Monaco. Nos três GP’s seguintes (Suécia, França e Inglaterra) os vencedores foram: Denis Hulme (neozelandês) da McLaren, Ronnie Peterson (sueco) da Lotus e Peter Revson (norte americano) da McLaren. O campeonato seguia equilibrado com Stewart em primeiro com 42 pontos seguido de Fittipaldi com 41 pontos. Na Holanda e na Alemanha Jackie Stewart com duas vitórias, contra apenas um ponto de Fittipaldi, dá um grande passo na luta pela conquista do título. Nas 4 últimas corridas do ano, nem Stewart nem Fittipaldi voltam a vencer: Peterson vence na Áustria e na Itália, Revson vence no Canadá e Peterson vence nos EUA. No GP dos EUA Jackie Stewart já não participa por causa do acidente fatal do seu colega de equipa, François Cevert; Stewart acaba a sua carreira nesse momento.
No campeonato, Stewart sagra-se campeão com 71 pontos (5 vitórias) e Fittipaldi é vice com 55 pontos (3 vitórias) e deixa a Lotus para correr pela McLaren em 1974. A Lotus vence no campeonato de construtores com 92 pontos (7 vitorias) e a Tyrrell é vice com 82 pontos (5 vitórias).

Jackie Stewart nasceu a 11 de Junho de 1939, na Escócia. A sua carreira na Formula 1 é de grande sucesso, com uma forte ligação a Ken Tyrrell, ligação essa que já vinha da Formula 3. Jackie Stewart faz sua estreia na Formula 1 em 1965 no GP da Africa do Sul, pela BRM. Ainda nesse ano Stewart obtém a sua primeira vitória no GP de Itália. Termina o campeonato em 3º lugar. Em 1966 e 1967 mantém-se na BRM mas apenas regista mais uma vitória. No campeonato é 7º em 1966 e 9º em 1967. Após 1967. Stewart deixa a BRM e junta-se a Ken Tyrrell na Matra. Durante dois anos (1968 e 1969) Stewart e Tyrrell tornam-se figuras de maior relevo na Formula 1: em 1968 vence 3 GP’s terminando o ano como vice campeão; em 1969 chegou a consagração de Stewart com a conquista do seu primeiro título (6 vitórias). No final do ano Ken Tyrrell deixa a Matra, cria a sua própria equipa de F1 e leva consigo Jackie Stewart. Durante quase todo o campeonato de 1970 a Tyrrell utiliza o chassis da March, Stewart ainda vence uma prova com o March; só nas últimas 3 provas do ano é que a Tyrrell estreia o seu carro: o Tyrrell 001. Stewart é apenas 5º no campeonato com uma vitória obtida num March. Em 1971 Jackie Stewart, na Tyrrell, vence o seu segundo título mundial com 6 vitórias. Em 1972, perde o campeonato para Emerson Fittipaldi, ficando em segundo lugar com 4 vitórias.
No ano seguinte, em 1973, Jackie Stewart conquista o seu terceiro título de campeão (com 5 vitórias) preparando já a sua sucessão na equipa Tyrrell. Contudo no último GP do ano, nos EUA, o seu amigo e colega de equipa, François Cevert, perde a vida num trágico acidente nos treinos do GP. Jackie Stewart já não participa na prova em sinal de respeito. O seu palmarés na F1 (9 temporadas) indica que Stewart participou em 99 Gp’s, venceu 27, obteve 17 pole-positions e 15 voltas mais rápidas. Contabilizou 360 pontos e 43 pódios. Ainda durante a sua carreira, Jackie Stewart notabilizou-se também pela segurança dos pilotos nas provas de Formula 1 e depois da sua retirada foi sempre uma voz ativa neste domínio.

Os pilotos do Tyrrell 006 em 1973 foram: Jackie Stewart #5 e François Cevert #6.
Vitórias: 5 (J. Stewart: 5)
Pole-Postion: 3 (J. Stewart: 3)
Melhores voltas: 2 (J. Stewart: 1; F. Cevert: 1)

31 outubro 2021

Dodge Charger (1972)

Esta miniatura pertence à colecção American Cars (fascículo nº 2) da Planeta DeAgostini.
O Dodge Charger de 1972 representou o fim da versão muscle cars do modelo Charger que ficava agora com uma versão de coupé de luxo. O elevado consumo de combustível numa época em que os combustíveis subiam para preços nunca vistos teve uma grande influência no fim deste tipo de carros.
Assim o Charger de 1972 vinha equipado com um motor dianteiro longitudinal a gasolina, de 8 cilindros em V, com 7204 cc que debitava 360 cv de potência, atingindo os 228 km/h de velocidade máxima. O Dodge Charger era um carro com mais de 5 metros de comprimento (5,21 m) e com quase 2 metros de largura (1,95 m). Pesava 1721 kg e a capacidade do depósito era de 79 litros. Uma das características do Charger era a opção entre uma dianteira com faróis retráteis ou com faróis visíveis. As versões do Doddge Charger de 1972 variavam entre Charger Coupé, Charger Coupé Hartop, Charger SE, Charger Rallye Coupé e Charger Rallye. O Dodge Charger que tinha sido apresentado em 1966 e em 197 ia já na terceira geração (1971 a 1974).
E agora um pouco da história da marca Dodge: os fundadores foram dois irmãos, John e Horace Dodge, que em 1900 criaram a empresa Dodge Brothers para produzir e fornecer peças à recente indústria automóvel. O crescimento da empresa e a boa fama dos componentes que forneciam levaram a que os irmãos Dodge se aventurassem com fabricantes de automóveis. O primeiro modelo surgiu em 1914: o Model 30, que foi um sucesso de vendas. Quando Jonh morreu em janeiro de 1920, o seu irmão Horace entrou em depressão e devido ao álcool acabaria por morrer em dezembro desse mesmo ano, vítima de uma cirrose. As viúvas passaram a responsabilidade da gestão da empresa a Frederick Haynes, que era colaborador dos irmãos Dodge quase desde o início. Em 1925 a empresa foi adquirida por Dillon, Read and Co., uma empresa de investimentos que indicou como gestor o banqueiro E. G. Wilmer, que manteve Haynes como presidente. Ainda nesse ano a Dodge adquiriu 51% das acções do fabricante de camiões Graham Brothers. Três anos mais tarde, a Chrysler Corporation compraria a marca Dodge.
Fonte: fascículo nº2 da colecção American Cars que acompanha a miniatura.

20 outubro 2021

VIDEO - McLaren M23 - Emerson Fittipaldi (1974)

Video da miniatura do McLaren M23 de Emerson Fittipaldi no GP de Espanha de 1974. Fittipaldi viria a sagrar-se campeão em 1974 com 3 vitórias (GP’s do Brasil, Bélgica e Canadá) obtendo 55 pontos. Esta miniatura pertence à colecção da Altaya “Lendas Brasileiras do Automobilismo” (Fasc. Nº 9).
http://4rodinhas.blogspot.com/2021/05/mclaren-m23-emerson-fittipaldi-1974.html

NOTA: o vídeo tem um erro meu; menciono que o Emerson Fittipaldi venceu o GP de Espanha de 1974 com o McLaren M23 quando na realidade ficou em 3º lugar. Desde já agradeço ao Gattamelata que me chamou à atenção do erro.

05 setembro 2021

Mercedes F1 W05 Hybrid - Lewis Hamilton (2014)

NOTA: Faz hoje 15 anos que iniciei o blog 4 Rodinhas, precisamente a 5 de Setembro de 2006. Quinze anos se passaram e o blog continua, com menos postagens mas com a mesma paixão pelo colecionismo, neste caso de miniaturas automóveis à escala 1/43. Grande abraço a todos os que ao longo destes anos por aqui passaram. Bem haja.

Esta miniatura pertence à colecção da Salvat Formula 1 The Car Collection (Fasc. Nº 2).

A Mercedes regressou à Formula 1 em 2010, precisamente 55 anos desde a sua última temporada em 1955, e passados 4 anos, em 2014 sagrava-se campeã mundial e o seu piloto Lewis Hamilton (inglês) vencia o campeonato pela segunda vez (Hamilton tinha sido campeão em 2008 pela McLaren).
O modelo da Mercedes que foi utilizado neste ano de 2010 foi o Mercedes F1 W05 Hybrid, desenhado por Paddy Lowe, Aldo Costa e Mike Elliot. O motor era obviamente Mercedes estava colocado na posição posterior, longitudinal. O motor Mercedes PU106A Hybrid V6 turbo, com 4 válvulas por cilindro, debitava 760 cavalos de potência às 15000 rpm. A caixa
de velocidades semiautomática era Mercedes com 8 velocidades. e os pneus eram da Pirelli. Para a temporada de 2014 estabeleceram-se novas regras que impunham a propulsão híbrida, mediante unidades de potência compostas de motores térmicos turbo e sistemas de recuperação de energia. Durante a temporada, cada carro poderia usar no máximo cinco unidades de propulsão, portanto, cada uma delas deveria ter pelo menos 4000 quilómetros de duração. A
parte elétrica da unidade de potência era formada por um sistema de recuperação de energia chamado ERS (Energy Recorery System), acoplado ao KERS, que já era utilizado desde 2009. O ERS era uma fonte suplementar de energia. O seu funcionamento era complexo: a unidade ERS absorvia o calor dissipado pelo turbocompressor nos gases de descarga por um aparelho elétrico conhecido como Heat Motor Generator Unit. Essa energia era transformada em eletricidade e armazenada em baterias, deixando-a disponível para utilização por um sistema complementar chamado Kinetic Motor Generator Unit. Este, por sua vez, estava conectado com o sistema de transmissão para liberar a potência suplementar, sem novas dispersões. O KERS recuperava a energia liberada como calor nas travagens. A adoção desses sistemas também determinou a presença de novos dispositivos eletrónicos capazes de administrar a travagem das rodas traseiras, pois a maior potência das unidades ERS utilizadas até então havia dificultado consideravelmente a regulação da força gerada na travagem. In fascículo nº 2 pág. 3 e 4.
A equipa de pilotos da Mercedes manteve-se inalterada relativamente ao ano anterior: Nico Rosberg (alemão) ia para a sua quinta temporada na equipa enquanto Lewis Hamilton iniciava a sua segunda temporada na equipa alemã.
A miniatura apresentada representa o Mercedes F1 W05 Hybrid com o qual Lewis Hamilton se sagrou campeão em 2014.

O campeonato de Formula 1 de 2014 mostrou que a Mercedes foi a equipa que melhor compreendeu e melhor se adaptou às novas regras. As seis primeiras provas foram palco de
seis vitórias da Mercedes (Rosberg venceu na abertura do campeonato na Austrália e na sexta prova no Mónaco enquanto Hamilton venceu as quatro provas entre esse dois GP’s: Malásia, Bahrein, China e Espanha). A primeira vitória de um não Mercedes aconteceu ao sétimo GP, no Canadá, e foi para o australiano Daniel Ricciardo da Red Bull. Aliás, Ricciardo, que venceu também na Hungria e Bélgica, seria o único piloto desse ano a vencer provas para além dos pilotos da Mercedes. Hamilton venceu os GP’s da Grã-Bretanha, Itália, Singapura, Japão, Rússia, Estados Unidos e Abu Dabi. Rosberg venceu na Áustria, Alemanha e Brasil. Foi um campeonato sem grande história com 16 vitórias para a Mercedes (11 para Hamilton e 5 para Rosberg) e 3 vitórias para a Red Bull, todas por Ricciardo. Naturalmente Lewis Hamilton sagrou-se campeão com 384 pontos seguido do seu colega de equipa Nico Rosberg com 318 pontos. Daniel Ricciardo ficou em terceiro lugar com 238 pontos. A Mercedes venceu o campeonato com 701 pontos seguida da Red Bull com 405 pontos.

Lewis Hamilton nasceu a 7 de Janeiro de 1985 no Reino Unido. a Grã-Bretanha. Hamilton desde muito cedo se dedicou ao automobilismo,
tendo iniciado no kart onde mostrou todo o seu potencial. Ron Dennis viu em Lewis Hamilton um futuro campeão e financiou a sua carreira desde essa altura. A sua formação passou a ser gerida pelo patrão da McLaren que o levou até à estreia na Formula 1 no GP da Austrália de 2007 pela McLaren. A primeira vitória surgiu ainda nesse ano no GP do Canadá. No final do ano termina o campeonato na segunda posição, depois de luta intensa com o seu colega de equipa, o espanhol Fernando Alonso e o finlandês da Ferrari
Kimi Raikonen, que se sagraria campeão do mundo nesse ano. Em 2008, na sua segunda temporada na F1, Hamilton sagra-se campeão do mundo. Nos quatro anos seguinte mantem-se na McLaren mas não consegue melhor que quatro ou quinto lugar nesses campeonatos. Em 2013 Lewis Hamilton muda-se para a Mercedes e lá se mantêm até hoje. Nestas oito temporadas que Lewis Hamilton leva na Mercedes já se sagrou 6 vezes campeão do mundo. Atualmente vai na nona época e encontra-se em segundo lugar no campeonato de 2021. Lewis Hamilton já participou em 276 GP’s, têm 99 vitórias, 100 pole-positions e 56 voltas mais rápidas. Já se sagrou campeão por 7 vezes (2008 pela McLaren, 2014, 2015, 2017, 2018, 2019 e 2020 pela Mercedes).

Os pilotos do Mercedes F1 W05 Hybrid em 2014 foram: #6 Nico Rosberg e #44 Lewis Hamilton.
Vitórias: 16 (Rosberg: 5; Hamilton: 11)
Pole-Position: 18 (Rosberg: 11; Hamilton: 7)
Melhores voltas: 16 (Rosberg: 5; Hamilton: 11)