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23 outubro 2011

Peugeot 307 WRC - T. Gardemeister - J. Honkanen (Rali de Monte Carlo de 2006)

Esta miniatura pertence à colecção Rallye Monte-Carlo – Os Carros Míticos (fasc. Nº 67).
Hoje apresento mais uma miniatura do Peugeot 307 WRC; esta é a terceira miniatura do 307 WRC desta colecção. Este é um dos “inconvenientes” que encontro nestas colecções: a repetição do mesmo carro, mesmo que seja em versões diferentes.
Anteriormente já tinha apresentado uma miniatura do Peugeot 307 WRC no Rali de Monte Carlo de 2006, no caso era o de Manfred Stohl (austríaco) da equipa Bozian Racing. Hoje o Peugeot 307 WRC é da equipa Astra com o finlandês Toni Gardemeister ao volante, no Rali de Monte Carlo de 2006. Estas duas equipas, a Astra e a Bozian Racing, compraram à Peugeot os 307 WRC depois da marca francesa ter decidido retirar abandonar a competição no final do campeonato de 2005. Deste modo a representação da Peugeot em 2006 ficou a cargo destas duas equipas privadas.
Toni Gardemeister tinha corrido pela Ford em 2005 e agora apresentava-se ao volante de um Peugeot 307 WRC de uma equipa privada para disputar o WRC de 2006. Apesar do apoio da Peugeot, o facto de enfrentar as equipas oficiais da Citroen e da Ford, não havia grandes ilusões nestas equipas privadas no que concerne à conquista de algum rali durante a temporada que se iniciava. Contudo havia sempre alguma esperança de alcançar alguns bons resultados, como por exemplo alguns pódios.
A miniatura representa o Peugeot 307 WRC de Toni Gardemeister no Rali de Monte Carlo de 2006. O Peugeot 307 WRC dispunha de um motor de 4 cilindros em linha com uma cilindrada de 1997. O motor estava colocado em posição transversal na dianteira e debitava 300 cv às 5250 rpm.
O rali iniciou com Gardemeister cauteloso e sem arriscar, sabendo que não haveria muitas hipóteses de lutar pela vitória mas com a pequena ilusão de que seria possível alcançar um bom resultado. Gardemeister sabia que o seu adversário nesta prova seria o austríaco Manfred Stohl, também num 307 WRC, da equipa Bozian Racing. Apesar de alguns problemas sofridos ao longo do rali, Gardemeister chegou a ser segundo classificado (atrás do Ford do finlandês Marcus Gronholm) seguido de Manfred Stohl, ambos à frente do francês Sébastien Loeb num Citroen Xsara WRC, um dos favoritos à vitória e candidato ao título mundial. Sabendo que viria a ser difícil manter-se à frente Loeb, quando este recuperasse o tempo perdido, Gardemeister concentrou-se em manter a sua vantagem em relação ao austríaco da Bozian Racing. Assim com o objectivo de bater a outra equipa que utilizava os 307 WRC, Toni Gardemeister conseguiu manter Stohl atrás de si e conseguiu um excelente resultado ao ficar em terceiro lugar e assim subir ao pódio na única vez em que conduziu o Peugeot 307 WRC. Pela segunda vez consecutiva Toni Gardemeister terminava o Rali de Monte Carlo no terceiro lugar. A vitória no Monte Carlo foi para o Ford Focus WRC de Marcus Gronholm seguido do Citroen Xsara de Loeb. No campeonato Loeb sagrou-se campeão mas a Ford levou o título de construtores. Toni Gardemeister ficou em nono lugar com 20 pontos tendo apenas participou em 4 ralis.

07 agosto 2011

Seat Cordoba WRC - T. Gardemeister - P. Lukander (Rali da Nova Zelândia de 1999)

Esta miniatura pertence à colecção Rallye Monte-Carlo – Os Carros Míticos (oferta).
O Seat Cordoba WRC participou em 2 temporadas completas no Campeonato do Mundo de Ralis, mais precisamente em 1999 e 2000. A estreia da equipa Seat oficial no WRC aconteceu no campeonato de 1998, no Rali da Finlândia. Contudo ao fim de 2 anos de competição o Seat Cordoba WRC não conseguiu resultados que convencessem os responsáveis da marca a manter o programa de ralis. Assim, no final de 2000, a equipa oficial da Seat retirou-se dos ralis.
A Seat terminou os dois campeonatos no 5 lugar: em 1999 conseguiu 23 pontos sendo o terceiro lugar o melhor resultado obtido, em dois ralis; em 2000 a Seat apenas conseguiu 11 pontos e apenas um terceiro lugar. Em face destes resultados, o campeonato de 2000 foi o último da Seat oficial.
O Seat Cordoba WRC dispunha de um motor de 1995 cc de cilindrada que debitava cerca de 300 cv de potência. De salientar que o Cordoba WRC teve mais duas evoluções desde o momento em que se estreia em 1998 até à sua retirada em 2000: o Cordoba WRC E2 e o Cordoba WRC E3.
A miniatura apresentada é o Seat Cordoba WRC E2 de Toni Gardemeister no Rali da Nova Zelândia de 1999. O rali foi disputado entre os dias 15 e 18 de Julho, com apenas uma lista de 82 participantes dos quais apenas 46 terminariam. A prova percorria uma distância de 1681 km dos quais 401 km eram cronometrados em 26 especiais.
A vitória foi para o finlandês Tommi Makinen, que seria o campeão no final da temporada, ao volante de um Mitsubishi. O segundo lugar foi o ex-campeão Juha Kankkunen (finlandês) num Subaru Impreza WRC. Toni Gardmeister, também finlandês, acompanhou os seus compatriotas com o terceiro lugar e levou o Seat Cordoba ao seu primeiro pódio.
Toni Gardemeister nasceu a 31 de Março de 1975 na Finlândia. A sua estreia no WRC aconteceu em 1996 no Rali dos Mil Lagos em 1996 ao volante de um Opel Astra. Ainda nesse ano efectua mais uma prova do WRC num Nissan Sunny, com o qual participa em mais dois ralis em 1997. Inicia o ano de 1998 com o Nissan mas depois passa para a Seat ao volante de um Ibisa GTi 16V Evo2. Esta evolução na sua carreira acontece depois de ter vencido em 1997 o campeonato finlandês do Grupo A no Nissan Sunny.
Gardemeister manteve-se na Seat desde 1998 até à retirada da marca em 2000; foi um dos pilotos que em 1998 ajudou a Seat a vencer o campeonato destinado aos carros de duas rodas motrizes e de 2 litros. Gardemeister ajudou a desenvolver o Cordoba para o WRC e foi o piloto que deu o primeiro pódio ao Seat Cordoba WRC ao ficar em terceiro no Rali da Nova Zelândia de 1999. Depois da saída de cena da Seat, Gardemeister participa em 2001 como piloto privado com um Peugeot em 2 ralis e é contratado pela Mitsubishi para mais 2 ralis nesse ano. No período de 2002 a 2004 é piloto da Skoda onde utiliza os modelos Octavia WRC e Fabia WRC, contudo nunca mais voltou a obter qualquer pódio. Mais uma vez o abandono de uma marca, neste caso a Skoda, deixa-o novamente sem contrato mas Gardemeister resolve a sua situação ao entrar para a equipa Ford, onde permanece apenas um ano. E é neste ano de 2005 que Toni Gardemeister obtêm os melhores resultados da sua carreira desportiva: ao volante do Ford Focus WRC alcança dois segundos lugares e dois terceiros lugares, terminado o campeonato de pilotos em 4º lugar com 58 pontos. Depois segue-se um ano de 2006 bastante irregular em participações mas mesmo assim com alguns resultados muito interessantes: um terceiro lugar no Monte Carlo com o Peugeot 307 WRC e mais 3 ralis ao volante do Citroen Xsara WRC (dois quartos lugares e um quinto lugar). No ano de 2007 participa em 6 ralis mas os resultados são mais fracos: cinco ralis com o Mitsubishi Lancer WRC (dois sextos lugares, um sétimo e duas desistências), o outro rali é efectuado ao volante do Citroens Xsara WRC onde alcança mais um sétimo lugar.
Em 2008 entra num novo projecto: a Suzuki lança um novo modelo para participar no WRC e Toni Gardemeister é contratado para desenvolver o Suzuki SX4 WRC. Durante todo o campeonato foram desenvolvidos esforços para dar competitividade ao SX4 WRC mas sem nunca conseguiu melhor que o sexto lugar alcançado já no final do campeonato no Rali do Japão. Após uma temporada no WRC e sem resultados satisfatórios, a Suzuki abandona o WRC. Após a aventura Suzuki a carreira de Toni Gardemeister no WRC praticamente encerrou sem nunca ter vencido um rali do mundial. Nos dois anos seguintes, Gardemeister regista algumas participações no IRC.

Aqui ficam outras miniaturas do Seat Cordoba WRC que fazem parte da minha colecção:

Seat Cordoba WRC de Rui Madeira no Rali de Portugal de 2000

Seat Cordoba WRC de Didier Auriol no Safari de 2000

14 março 2011

Mitsubishi Lancer WRC 05 - T. Gardemeister - J. Honkanen (Rali de Monte Carlo de 2007)



Esta miniatura pertence à colecção Rallye Monte-Carlo - Os Carros Míticos – Fasc. nº 57.
Em 2007 os tempos de glória da Mitsubishi nos ralis já tinham passado à história, o tempo era agora de retirada: de vencedores de títulos (quem não se lembra dos 4 títulos consecutivos do piloto finlandês Tommi Makinen na Mistusbishi?) até à retirada oficial sem glória em 2005… Há quem considere que a Mitsubishi levou muito tempo em se decidir pelo desenvolvimento de um carro de WRC, optando pela continuidade dos veículos do Grupo A. Essa decisão foi tomada em 1997, quando apareceu o regulamento para os WRC, mas a Mitsubishi só em 2001 optou por desenvolver o seu carro de acordo com as definições do WRC. Tarde demais tomou essa decisão que veio a comprometer todo o envolvimento da marca nos ralis. Os desenvolvimentos que foram sendo feitos ao longo dos anos no Mitsubishi Lancer WRC nunca resultaram num carro competitivo e face às crescentes dificuldades financeiras da marca resultaram num gradual e lento abandono do projecto.
A miniatura apresentada é o Mitsubishi Lancer WRC 05 da equipa MMSP (Mitsubishi Motor Sports), que já não contava com o apoio oficial da marca. O piloto é o finlandês Toni Gardemeister no Rali de Monte Carlo de 2007. O Mitsubishi Lancer dispunha de um motor de 4 cilindros em linha, de 1996 cc e com uma potência de 300 cv às 5500 rpm.
Sem apoios oficiais da Mitsubishi, a equipa de Toni Gardemeister, que utilizava um carro que já estava ultrapassado, não poderia aspirar a lutar pela vitória contudo havia a esperança de poder alcançar um resultado positivo. E de facto Toni Gardemeister, que teve pouco tempo para rodar com o Mitsubishi, chegou mesmo a lutar pela 4ª posição durante a prova monegasca. No primeiro dia Toni Gardemeister e o seu colega de equipa, Xavier Pons (espanhol), mantiveram-se nos lugares da frente, 8º e 11º respectivamente. No segundo dia, Gardemeister esteve na luta pelo 4º lugar contudo no último dia teve problemas nos travões do seu Mitsubishi e caiu para a 7ª posição final, atrás do norueguês Petter Solberg num Subaru Impreza WRC. O seu colega de equipa, Xavier Pons, terminou o Rali de Monte Carlo num distante 25º lugar. A vitória foi para Sébastien Loeb (francês) num Citroen C4 WRC que dominou o rali. In fascículo nº 57 da colecção Rallye Monte-Carlo – Os Carros Míticos.

Toni Gardemeister nasceu a 31 de Março de 1975 na Finlandia. A sua carreira nos ralis teve início no seu país tendo dado boas indicações (campeão finlandês no Grupo A em 1997 com um Nissan Sunny GTi) que o levaram até à Seat. A sua estreia no WRC aconteceu no Rali da Finlândia de 1996 ao volante de um Opel Astra GSi 16v. Em 1998 entra na Seat e faz parte da equipa que venceria o campeonato mundial de F2 com o Seat Ibiza GTi 16v. Nos dois anos seguintes mantêm-se na Seat ajudando no desenvolvimento do Córdoba WRC; em 1999 Gardemeister alcança o seu primeiro pódio na carreira (3º lugar no Rali da Nova Zelândia ao volante do Seat Córdoba WRC). No campeonato de 2001 apenas faz quatro ralis, dois com um Peugeot 206 WRC e dois com um Mitsubishi Carisma GT. O passo seguinte da sua carreira é a equipa Skoda, aonde Gardemeister passa três anos (2002 a 2004). Em 2005 corre pela Ford aonde alcança alguns pódios: é 2º no Monte Carlo, Acrópole, e Córsega e é 3º na Suécia. De resto é o seu melhor ano na carreira e termina o campeonato na 4ª posição com 58 pontos. No ano de 2006, mais uma vez, apenas participa em 4 ralis, contudo ainda consegue um pódio (3º lugar no Monte Carlo) com o Peugeot 307 WRC, enquanto as outras três provas são ao volante do Citroen Xsara WRC. Em 2007 corre 5 ralis com o Mistubishi Lancer WRC e um com o Citroen Xsara WRC. Para 2008, Toni Gardemeister regressa a uma equipa oficial, neste caso a Suzuki que se inicia no WRC e lhe coloca nas mãos o Suzuki SX4 WRC. Os resultados não são famosos e a melhor posição que consegue é um 6º lugar no Rali do Japão. No final do ano a aventura da Suzuki termina e Toni Gardemeister sem volante para o WRC participa em algumas provas do IRC em 2009 e 2010 com o Fiat Grande Punto Abarth, Opel Corsa S2000 e Ford Fiesta S2000.

18 junho 2010

Suzuki SX4 WRC - T. Gardemeister - T. Tuominen ( Rali de Monte Carlo de 2008)



Esta miniatura pertence à colecção Rallye Monte-Carlo - Os Carros Míticos – Fasc. nº 16.
A aventura da Suzuki na categoria máxima do Mundial de Ralis durou pouco mais do que uma temporada. Depois de terem conquistado dois títulos no JWRC (2004 e 2007) os responsáveis da Suzuki optaram por tentar o WRC. O modelo escolhido foi o Suzuki SX4 e a estreia ocorreu na Volta à Córsega de 2007 com Nicolas Bernardi. O resultado (31ª posição) não era o mais importante pois interessava ganhar experiência e resolver os problemas de juventude ao longo das provas que ainda iriam disputar em 2007 de modo a iniciar o campeonato de 2008 com outras ambições.
O Suzuki SX4 WRC dispunha de um motor de 1997 cc, com uma potência de 320 cv às 4500 rpm. A tracção era integral com uma caixa de cinco velocidades Xtrac. O engenheiro responsável pelo desenvolvimento do Suzuki era o mesmo que tinha tido sob a sua responsabilidade os programas da Toyota e da Peugeot (206 WRC e 307 WRC) e que considerava as características do Suzuki SX4 WRC muito parecidas com as do Peugeot 206 WRC.
A miniatura representa o Suzuki SX4 WRC de Toni Gardemeister (finlandês) no Rali de Monte Carlo de 2008. Para a temporada de 2008 o Suzuki SX4 WRC recebeu novas suspensões e melhoramentos nos travões. A prova monegasca não foi isenta de problemas mecânicos e o piloto finlandês viu-se obrigado a desistir no último dia com problemas de temperatura no motor. Contudo o seu colega de equipa, Per-Gunnar Andersson (sueco) conseguiu levar o Suzuki até à oitava posição final garantido o primeiro ponto para o Suzuki SX4 WRC.
No final dos campeonatos a Suzuki ficava em 5º lugar com 34 pontos e os seus dois pilotos, Andersson e Gardemeister, ficaram em 12º (12 pontos) e 13º (10 pontos) respectivamente. E assim acabava a aventura da Suzuki no WRC.
Continuação do Campeonato do Mundo de Ralis de 2008
Os dois ralis que se seguiram à Finlândia, disputados a meio e no final de Agosto, eram de características diferentes: o Rali da Alemanha era em asfalto enquanto o Rali da Nova Zelândia disputava-se em terra. Contudo o resultado final viria a ser favorável, bastante favorável, à Citroen e seus pilotos em detrimento da Ford.
O Rali da Alemanha mostrou que a Citroen estava em forma e pronta para a recta final do campeonato. Sébastien Loeb (francês) e Daniel Sordo (espanhol), da Citroen, ficaram na frente da concorrência, tendo Loeb vencido com Sordo em segundo. O francês beneficiou ainda da terceira posição de Duval (belga), da Stobart Ford, que ficou à frente de Mikko Hirvonen (finlândes) da Ford e rival de Loeb no campeonato.
O Rali da Nova Zelândia teve os mesmos protagonistas e o resultado foi igual ao da prova alemã, com uma diferença, desta vez Hirvonen ficou em terceiro lugar. Com esta nova vitória Sébastien Loeb reforçava o primeiro lugar do campeonato conquistado na Alemanha; Loeb tinha agora 86 pontos contra os 78 pontos de Hirvonen. A Citroen que também tinha recuperado o primeiro lugar na Alemanha tinha agora 141 pontos enquanto a Ford já se encontrava a 20 pontos de distância. Faltavam 4 provas para o final da temporada.
(continua)

17 julho 2008

Seat Ibiza GTi Evo II - T. Gardemeister - P. Lukander (Rali de Monte Carlo de 1999)



Esta miniatura pertence à colecção RallyCar Collection.
Após 3 títulos consecutivos (1996 a 1998) na categoria de 2 litros, conquistados pelo Seat Ibiza, a marca espanhola optou em 1999 pela categoria máxima dos ralis: o WRC.
Mas hoje é sobre o Seat Ibiza que vou falar sendo assim apresento a miniatura do Ibiza GTI Evo II que Tony Gardemeister (finlandês) utilizou no Rali de Monte Carlo de 1999.
Quando a Seat regressou aos ralis em 1995, após 18 anos de ausência, o modelo escolhido foi o Ibiza com um motor de 2 litros de 16 válvulas e que debitava cerca de 240 cv. O Ibiza logo se mostrou competitivo dentro da sua categoria de tal modo que no ano seguinte disputou o campeonato de 2 litros (carros de duas rodas motrizes). E durante três anos consecutivos (de 1996 a 1998) venceu esse campeonato. Entretanto a Seat resolveu em 1998 estrear o novo modelo que iria disputar o WRC. Assim no ano de 1999 a Seat já não defendeu o título do campeonato de 2 litros para disputar o campeonato de WRC. No entanto o Seat Ibiza continuou a ser utilizado e a disputar ralis pelas equipas privadas, como é o caso desta miniatura que pertence à equipa privada ASTRA.
No Rali de Monte Carlo de 1999, Tony Gardemeister com o Ibiza ficou na 14 posição final mas venceu na categoria de 2 litros.
O Campeonato do Mundo de Ralis de 1999
Neste ano houve algumas novidades no panorama dos ralis, para além da habitual troca de pilotos entre as equipas: uma pontuação adicional (3, 2 e 1 pontos) para os três primeiros classificados do troço designado de Super Especial onde podiam participar todos os pilotos inclusive aqueles que já tinham abandonado; o mundial ia pela primeira vez à China; e novas marcas a disputar o campeonato na categoria máxima e mais uma que regressava aos ralis (Skoda, Seat e Peugeot).
O Rali de Monte Carlo abriu, quase como sempre, a época desportiva. A Ford apresentou o novo modelo, Focus, que substituía o Escort. Colin McRae (escocês) deixou a Subaru e assinou pela Ford mas no rali foi infeliz porque foi desclassificado no final devido a uma irregularidade na bomba de água do seu Focus. Richard Burns substituiu McRae na Subaru. Tommi Makinen (finlandês), campeão em título, disputou a vitória no rali com Gilles Panizzi (francês) e no final assegurou mais uma vitória ao seu vasto palmarés, depois de o francês ter desistido. A Mitsubishi começava da melhor maneira o campeonato. O finlandês Juha Kankkunen (Subaru) ficou na segunda posição e Didier Auriol (francês) conseguiu levar o Toyota Corolla à terceira posição.
No Rali da Suécia, Tommi Makinen (Mitsubishi) deu continuidade à sequência vencedora que vinha de Monte Carlo e obteve uma vitória sobre o Toyota de Carlos Sainz (espanhol). Na terceira posição ficou o Ford Focus de Thomas Radstrom (sueco).
À terceira prova que disputava, o Ford Focus venceu. No Safari Colin Mcrae deu ao Focus a sua primeira vitória nos ralis. Mas para isso teve que resistir à dureza da prova africana tendo ainda beneficiado da desclassificação de Makinen por ter sido ajudado pelo público quando mudava uma roda. Depois de Colin ficou Auriol e Sainz, ambos em Toyota.
(continua)