Esta miniatura é da marca IXO.
Segundo a Wikipedia, o BMW M3 terá vencido mais provas em circuitos do que qualquer outro modelo. Por isso é considerado por muitos como o carro com mais sucesso nos circuitos.
O BMW M3 venceu vários campeonatos de turismo em diversos países: 1 Campeonato do Mundo de Turismo (1987); 2 Campeonatos Europeus de Turismo (1987 e 1988); 2 Campeonatos Britânicos de Turismo (1988 e 1991); 4 Campeonatos Italianos de Superturismos (1987, 1989, 1990 e 1991); 2 Campeonatos Germânicos de Turismo (1987 e 1989) e 1 Campeonato Australiano de Turismo (1987). Venceu também várias vezes as 24 Horas de Nurburgring, as 24 Horas de Spa e a Guia Race (corrida de turismos que é realizada no circuito de Macau).
O BMW M3, que inicialmente vinha equipado com o motor de 2.3 litros S14, teve como base o modelo E30 da Série 3 de 1986. Uma das razões para a produção deste modelo tem a haver com a sua homologação para as corridas de Turismo de Grupo A e para fazer face ao rival Mercedes-Benz W201.
Fonte Wikipédia.
A miniatura que hoje apresento é do BMW M3, com o patrocínio da FINA, que Marc Duez (belga) utilizou no Rali de Monte Carlo de 1989, tendo terminado na 8ª posição. Como o BMW M3 já abordado, no Quatro Rodinhas num post anterior, podemos então consultá-lo aqui para obter mais algumas informações.
Os resultados do BMW M3 nos ralis e classificação da BMW no Mundial de Construtores:
1987 – Vitória na Volta à Córsega (Bernard Béguin) – BMW: 8ª no campeonato;
1988 – 4º na Volta à Córsega (François Chatriot) – BMW: 7ª no campeonato;
1989 – 8º no Rali de Monte Carlo (Marc Duez); 5º no Rali de Portugal (Marc Duez); 2º na Volta à Córsega (François Chatriot); 7º no Rali de San Remo (Marc Duez) – BMW: 6ª no campeonato;
1990 – 3º na Volta à Córsega (François Chatriot) – BMW: 9ª no campeonato;
1991 – 7º na Volta à Córsega (Patrick Bernardini) – BMW: 8ª no campeonato.
Segundo a Wikipedia, o BMW M3 terá vencido mais provas em circuitos do que qualquer outro modelo. Por isso é considerado por muitos como o carro com mais sucesso nos circuitos.
O BMW M3 venceu vários campeonatos de turismo em diversos países: 1 Campeonato do Mundo de Turismo (1987); 2 Campeonatos Europeus de Turismo (1987 e 1988); 2 Campeonatos Britânicos de Turismo (1988 e 1991); 4 Campeonatos Italianos de Superturismos (1987, 1989, 1990 e 1991); 2 Campeonatos Germânicos de Turismo (1987 e 1989) e 1 Campeonato Australiano de Turismo (1987). Venceu também várias vezes as 24 Horas de Nurburgring, as 24 Horas de Spa e a Guia Race (corrida de turismos que é realizada no circuito de Macau).
O BMW M3, que inicialmente vinha equipado com o motor de 2.3 litros S14, teve como base o modelo E30 da Série 3 de 1986. Uma das razões para a produção deste modelo tem a haver com a sua homologação para as corridas de Turismo de Grupo A e para fazer face ao rival Mercedes-Benz W201.
Fonte Wikipédia.
A miniatura que hoje apresento é do BMW M3, com o patrocínio da FINA, que Marc Duez (belga) utilizou no Rali de Monte Carlo de 1989, tendo terminado na 8ª posição. Como o BMW M3 já abordado, no Quatro Rodinhas num post anterior, podemos então consultá-lo aqui para obter mais algumas informações.
Os resultados do BMW M3 nos ralis e classificação da BMW no Mundial de Construtores:
1987 – Vitória na Volta à Córsega (Bernard Béguin) – BMW: 8ª no campeonato;
1988 – 4º na Volta à Córsega (François Chatriot) – BMW: 7ª no campeonato;
1989 – 8º no Rali de Monte Carlo (Marc Duez); 5º no Rali de Portugal (Marc Duez); 2º na Volta à Córsega (François Chatriot); 7º no Rali de San Remo (Marc Duez) – BMW: 6ª no campeonato;
1990 – 3º na Volta à Córsega (François Chatriot) – BMW: 9ª no campeonato;
1991 – 7º na Volta à Córsega (Patrick Bernardini) – BMW: 8ª no campeonato.
Neste ano o Rali do Monte Carlo não foi a primeira prova do campeonato; o Rali da Suécia abriu o campeonato mas como era um rali apenas pontuável para a classificação de pilotos, as marcas oficiais não compareceram. Aliás tal como sucedeu no Rali da Nova Zelândia. E nesses dois ralis a vitória foi para o Mazda de Ingvar Carlsson (sueco). Após o Rali da Suécia, a Lancia conquista a vitória nos cinco ralis seguintes: Monte Carlo, Portugal, Safari, Córsega e Acrópole. Didier Auriol venceu na Volta à Córsega e Miki Biasion venceu os outros quatro. A Lancia e Biasion praticamente acabaram com a discussão pelos títulos mundiais. Depois da Nova Zelândia, Michael Ericsson (sueco) vence o Rali da Argentina num Lancia e depois de ficar sem lugar na equipa italiana para o rali seguinte, nos Mil Lagos, vinga-se ao vencer a prova finlandesa ao volante de um Mitsubshi Galant VR4. Foi a primeira derrota da Lancia nesse ano. No Rali da Austrália, nova derrota de Lancia. Juha Kankkunen (finlandês) venceu a prova num Toyota Celica 4WD. As duas marcas nipónicas estavam a demonstrar que podiam ser as grandes adversárias da Lancia no futuro, no entanto para esse ano já era tarde. No Rali San Remo, a Lancia estreou o novo Delta Integrale 16v e venceu a prova. Biasion vencia assim a sua quinta prova do ano e renovava o título de campeão. Na Costa do Marfim, o outro rali apenas pontuável para os pilotos, as equipas oficiais não participaram. Assim a vitória foi para o Renault 5 GT Turbo de Alain Oreille (francês). No último rali do campeonato, o RAC, o veterano piloto finlandês, Pentti Airikkala ganha, com um Mitsubishi Galant VR4, o seu único rali do Campeonato do Mundo. A Lancia, já campeã, decidiu não participar no RAC.
Miki Biasion foi, pela segunda vez consecutiva, o campeão com 106 pontos e cinco vitórias. A Lancia venceu o campeonato de marcas com 140 pontos e 7 vitórias.