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11 outubro 2008

Ford Focus RS WRC - R. Madeira - F. Prata (Rali de Portugal de 2001)



Esta miniatura é da marca Troféu. Também possuo a mesma miniatura que pertence à colecção Os Nossos Campeões de Ralis.
Apesar de já ter dedicado um post ao Ford Focus WRC, volto novamente a este modelo da Ford contudo hoje a versão é a de um piloto português. Assim esta miniatura é o Ford Focus RS WRC de Rui Madeira, no Rali de Portugal de 2001.
O Ford Focus foi apresentado no Salão do Automóvel de Paris em Setembro de 1998; a sua estreia nos ralis aconteceu em Janeiro de 1999 no Rali de Monte Carlo. Daí para cá, a Ford tem utilizado o Focus como modelo base para competir no Mundial de Ralis. Como é lógico, ao longo destes anos o Ford Focus WRC já sofreu algumas evoluções e actualmente já pouco se assemelha a esta versão de 2001. Tal como outros modelos da Ford, as vitórias alcançadas já são bastantes. No entanto e até hoje essas vitórias apenas se traduziram na conquista de dois campeonatos de construtores. Assim o Ford Focus WRC fica na história da marca da Oval Azul como o modelo que finalmente conseguiu o título em 2006 após 27 anos sem títulos. A última conquista tinha acontecido em 1979 com o Ford Escort.
Rui Madeira estreou o Ford Focus WRC no Rali de Portugal de 2001, e para além da dificuldade de desconhecer o carro teve que enfrentar um rali que foi disputado sob más condições atmosféricas. Como sempre, e neste campo Rui Madeira não era diferente, entre os pilotos portugueses lutava-se pela melhor classificação entre os pilotos nacionais.
A luta pela vitória no rali foi intensa, e durou até ao fim, entre Tommi Makinen (Mitsubishi) e Carlos Sainz (Ford), sendo que a vitória coube ao piloto da Mitsubishi por escassos segundos. Entre os pilotos nacionais, a vitória ficou praticamente decidida na primeira etapa. Adruzilo Lopes (Peugeot), que era o principal adversário de Rui Madeira, desistiu muito cedo com problemas mecânicos, o que facilitou a vida a Rui Madeira. Sem a oposição de Adruzilo Lopes, Rui Madeira controlou a restante concorrência e não teve problemas em chegar ao fim do rali na posição de melhor português. Na classificação geral, Rui Madeira terminou na décima primeira posição.
Continuação do Campeonato do Mundo de Ralis de 2001
A quarta prova do campeonato, o Rali da Catalunha, serviu de estreia para os novos Citroen Xsara WRC. E desde o início os novos Citroen impuseram a sua lei. Foram sempre mais rápidos e dominantes do que a concorrência. No entanto, o piloto espanhol Jesus Púras, da Citroen, viria a abandonar deixando a liderança para o seu colega de equipa Philippe Bugalski (francês). Mas o francês também não foi feliz e acabou por ver a sua prova prejudicada, o que lhe valeu a perda da vitória, devido a 4 minutos de penalização. Deste modo quem acabou por ser beneficiado foi a equipa Peugeot que viu os seus dois carros terminaram na primeira e segunda posição. Didier Auriol (francês) foi o primeiro, Gilles Panizzi (francês) foi o segundo e Makinen (Mitsubishi) foi o terceiro.
O Rali da Argentina foi palco de um interessante duelo entre Colin McRae (Ford) e Richard Burns (Subaru). Estes dois pilotos ainda não tinham conquistado nenhum pódio neste ano e surgiram na Argentina em grande forma. McRae acabou por vencer o duelo com Burns mas o piloto da Subaru, com o segundo lugar, deixou boas indicações para o resto do campeonato. Aliás como viria a suceder… O terceiro lugar foi para o outro piloto da Ford, Carlos Sainz.
(continua)

25 agosto 2008

Seat Córdoba WRC - R. Madeira - F. Prata (Rali de Portugal de 2000)


Esta miniatura pertence à colecção Os Nossos Campeões de Ralis.
Depois de ter apresentado a miniatura do Seat Córdoba WRC na versão do Safari, o post de hoje é novamente sobre o Córdoba WRC mas na versão normal de ralis. Nestes dois posts é possível verificar as diferenças entre as duas versões.
A miniatura do Seat Córdoba WRC é do piloto português Rui Madeira no Rali de Portugal de 2000.
Rui Madeira tinha como objectivo principal ser o melhor piloto nacional, que depois de alcançado procurava obter a melhor classificação final possível. No entanto neste ano o rali não correu de feição para o piloto nortenho. A luta pelo melhor lugar entre os pilotos nacionais ficou praticamente decidida na primeira etapa a favor de Adruzilo Lopes (Peugeot 206 WRC). Os problemas que o Córdoba de Rui Madeira teve provocaram um atraso que se revelou quase impossível de recuperar. Contudo, Rui Madeira apesar de se encontrar na 33ª posição procurou sempre dar o máximo e ainda foi capaz de recuperar até ao segundo lugar entre os pilotos nacionais e 15º da classificação final.
Assim o prémio do melhor piloto nacional foi para Adruzilo Lopes e o Peugeot 206 WRC. Rui Madeira foi o segundo melhor piloto nacional e o Miguel Campos (Mitsubishi Carisma) foi o terceiro.
No que diz respeito à equipa oficial da Seat Sport o rali também foi adverso. Os Seat Córdoba sofreram inúmeros problemas que se reflectiram nas posições finais alcançadas pelos pilotos oficiais, Tony Gardemeister (finlandês) e Didier Auriol (francês), que não foram além da nona e décima posição, respectivamente.
Continuação do Campeonato do Mundo de Ralis de 2000
No Rali da Nova Zelândia o piloto finlandês Marcus Gronholm (Peugeot) voltava a vencer após a sua vitória obtida na Suécia. Foi a sua segunda vitória na carreira mas mais importante que isso foi o facto de ter aproveitado o abandono do inglês Richard Burns (Subaru) que era o líder do campeonato. Os Ford Focus de Colin McRae (escocês) e de Carlos Sainz (espanhol), que tinham sido os dois primeiros na Acrópole, ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente.
Na Finlândia, o piloto da Peugeot, Marcus Gronholm, deu sequência a recuperação que vinha efectuando no campeonato, alcançando uma vitória “caseira”. Gronholm e Burns lutaram taco-a-taco pela liderança no Rali dos Mil Lagos até que um despiste de Bruns ditou a vitória de Gronholm e da Peugeot. McRae, à semelhança da Nova ZeLândia, voltou a ficar no segundo lugar mas desta vez o último lugar do pódio foi para Harry Rovampera (finlandês) num Toyota Corolla WRC privado.
O WRC foi pela primeira vez até Chipre, que relembro entrou para o mundial em substituição do Rali da China devido à má organização do ano anterior.
O espanhol Carlos Sainz (Ford) dominou o rali praticamente desde o início e deixou bem claro que ainda sabia como vencer um rali. A última vitória de Carlos Sainz já tinha sido em 1998 no Rali da Nova Zelândia. A Ford obtinha outra “dobradinha” com o segundo lugar de Colin McRae. François Delecour (francês) ficou em terceiro lugar com o Peugeot 206 WRC e Burns foi apenas quarto classificado mas aproveitou a desistência de Gronholm para somar mais alguns pontos.
(continua)

18 abril 2008

Subaru Impreza 555 - R. Madeira - N. R. da Silva (Rali de Portugal de 1997)



Esta miniatura pertence à colecção Os Nossos Campeões de Ralis.
O piloto português Rui Madeira disputou o Rali de Portugal de 1997 com o Subaru Impreza 555. Depois de ter utilizado em 1996 o Toyota Celica (já aqui anteriormente postado), Rui Madeira passou para o Subaru. Assim a miniatura que hoje apresento é o Subaru Impreza que Rui Madeira utilizou no Rali de Portugal de 1997.
O ano de 1997 foi o primeiro do WRC. A FIA introduziu novas regras nos ralis, o que gerou grandes mudanças (mas disso falarei no post seguinte).
O Rali de Portugal (4ª prova do mundial) voltou ao campeonato, após a ausência do ano anterior devido ao sistema de rotação entre os ralis. Como sempre, os pilotos portugueses procuram o melhor resultado possível, o que no caso de Rui Madeira passava por ser o melhor português. O seu adversário seria Adruzilo Lopes, que guiava o Peugeot 306 Maxi. Mas com o decorrer do rali e da forma como se foram sucedendo os abandonos dos pilotos das equipas oficiais (Carlos Sainz no Ford e Colin McRae no Subaru), chegou a pensar-se que Rui Madeira teria hipóteses de chegar ao fim do rali no pódio. Para Tommi Makkinen (Mitsubishi), campeão de 1996, esses abandonos facilitaram a sua tarefa e o finlandês acabou por vencer quase sem se esforçar; foi a sua primeira vitória em 1997.
Para Rui Madeira, que esperava chegar ao fim como o melhor português, o rali acabou por ser um calvário porque capotou inexplicavelmente numa zona lenta, tendo comprometido todo o rali. Mesmo atrasado na classificação geral, Rui Madeira não baixou os braços e conseguiu recuperar até ao 15º lugar. Como é óbvio, o objectivo de ser o melhor português não foi alcançado. Esse prémio foi para Adruzilo Lopes (Peugeot) que terminou no 10º lugar.
Como curiosidade refiro que, após o rali português, Rui Madeira ainda realizou o Rali da Catalunha com o Subaru Impreza 555 tendo terminado num excelente 6º lugar, apenas superado pelos pilotos das equipas oficiais.

13 abril 2008

Toyota Celica GT-4 - R. Madeira - N. R. da Silva (Rali de Portugal de 1996)

Esta miniatura pertence à colecção Os Nossos Campeões de Ralis.
Hoje apresento a miniatura do Toyota Celica GT-Four com o qual o piloto português Rui Madeira venceu o Rali de Portugal de 1996.
O Rali de Portugal de 1996 não contava para o Campeonato do Mundo de Ralis devido ao sistema de rotação que excluía todos os anos alguns dos ralis do calendário. O rali português apenas contava para o Campeonato de 2 Litros. Desse modo na lista de inscritos do Rali de Portugal desse ano não apareciam os grandes nomes do panorama internacional dos ralis. Assim os melhores pilotos portugueses eram favoritos. Rui Madeira, que se tinha sagrado Campeão Mundial do Grupo de Produção no ano anterior, guiava o Toyota Celica GT-Four e era um dos favoritos para a vencer o rali português. Porém no inicio da prova foi o piloto belga Freddy Loix quem liderou o rali. Rui Madeira, sem grande experiencia com o Toyota, procurava efectuar a sua adaptação ao Celica durante o rali. No entanto um furo atrasou o piloto belga e Rui Madeira passou para a liderança. A partir daí o piloto português passou a gerir a vantagem sobre Loix e com grande experiencia no nosso rali Rui Madeira soube tirar partido do conhecimento que tinha sobre os troços do rali português: atacava onde sabia que podia atacar e defendia onde sabia que devia defender. A vitória no Rali de Portugal não fugiu ao Rui Madeira, que terminou com uma vantagem de 1m 47s sobre Loix. O terceiro classificado foi o José Miguel num Ford Escort RS Cosworth.

Rui Madeira terminou o Campeonato Mundial de Ralis de 1996 na 19ª posição com 7 pontos. No ano anterior, ano em que se sagrou Campeão Mundial da Produção, terminou o campeonato na 11ª posição com 7 pontos.
Mais posts sobre o Toyota Celica:

Campeonato do Mundo de Ralis de 1996
Como disse em cima, este ano ficaram de fora ralis como o Monte Carlo, Portugal, Córsega e RAC, devido ao sistema de rotação das provas.
Em 1996 a Toyota cumpriu o castigo imposto no ano anterior devido às irregularidades cometidas durante o campeonato de 1995. Esse castigo foi a exclusão do campeonato de 1996. Os pilotos como Juha Kankkunen (finlandês), Didier Auriol (francês) e Carlos Sainz (espanhol) foram prejudicados porque eram pilotos da Toyota e de repente ficaram sem poder participar no campeonato. O espanhol foi o único que conseguiu um carro de uma equipa oficial, a Ford. Enquanto Kankkunen e Auriol apareceriam esporadicamente em algumas provas.
A exclusão da Toyota deixou sozinhas a Subaru e a Mitsubishi na luta pelos títulos. A Ford, que em termos de performance estava um pouco mais distante destas duas equipas, ia tentar intrometer-se na discussão pelos títulos.
No primeiro rali do ano, na Suécia, Didier Auriol apareceu na Subaru e Kankkunen na Toyota-Suécia. Mas a luta pela vitória foi apenas entre o finlandês Tommi Makkinen da Mitsubishi e o espanhol Carlos Sainz da Ford. A luta entre os dois foi intensa e apenas na parte final do rali ficou decidido o vencedor: Tommi Makkinen (Mitsubishi). Carlos Sainz ficou em segundo lugar e Colin McRae (britânico) foi o terceiro num Subaru.
Tommi Makkinen dominou o rali seguinte, no Safari, e venceu o rali africano sem problemas. Colin McRae foi apenas o quarto classificado.
O Campeonato do Mundo de Ralis prosseguiu na Ásia. Pela primeira vez era disputado um rali do mundial no continente asiático: o Rali da Indonésia.
A primeira etapa do rali foi dominada pela luta entre Makkinen e McRae. A intensidade entre os dois pilotos foi determinante para o desfecho do rali: Makkinen abandonou na segunda etapa com o motor partido (talvez devido ao esforço dispendido no inicio?) e McRae capotou (talvez se tenha excedido?). Com dois dos principais candidatos à vitória fora de prova, acabou por ser o espanhol Carlos Sainz (Ford) o mais beneficiado. Sainz venceu o rali, Piero Liatti (Subaru) foi o segundo e Kankkunen o terceiro.
No Rali da Acrópole Colin McRae (Subaru) conseguiu a sua primeira vitória da temporada. A luta voltou a ser renhida com Tommi Makkinen (Mitsubishi) mas foi o piloto da Subaru que acabou por vencer na Grécia. Sainz ficou em terceiro lugar atrás de Makkinen. Neste Rali da Acrópole fica também o registo da participação do Rui Madeira com o Toyota Celica. Mas a sorte não acompanhou o português, Rui Madeira abandonou devido a um acidente.
(continua)

19 janeiro 2008

Mitsubishi Lancer Evo II- R. Madeira - N. R. Silva (Rali de Portugal de 1995)

Esta miniatura pertence à colecção Os Nossos Campeões de Ralis.
Pela pequena pesquisa que fiz, o Mitsubishi Lancer parece ser eterno. Vejam que a sua apresentação ao público aconteceu em 1973! Como é óbvio, foi sofrendo inúmeras alterações e os modelos do Lancer foram-se sucedendo ao longo dos anos.
Neste caso específico, a miniatura que hoje vos apresento é o Mitsubishi Lancer Evo II, do Grupo N, que o piloto português Rui Madeira utilizou no Rali de Portugal de 1995.
O Mitsubishi Lancer Evo II, como é óbvio, veio suceder o Lancer Evo e foi apresentado em 1994. As suas versões desportivas para os ralis foram exaustivamente utilizadas para o Grupo A e para o Grupo N. Sendo que os carros do Grupo A eram aqueles, que sendo semelhantes ao modelo normal, mais alterações tinham, principalmente a nível mecânico logo mais potentes. Enquanto os carros do Grupo N eram muito mais semelhantes aos da versão de estrada por isso menos potentes devido às limitações que tinham no que concerne às alterações.
Em 1995, após dois anos (em 93 com o Ford Sierra RS Cosworth 4x4 e em 94 com o Mistsubishi Lancer Evo II) em que foi o campeão nacional do Grupo N, Rui Madeira efectuou, pela primeira vez, um programa bastante completo no Campeonato do Mundo de Ralis (Grupo N). Ao todo foram 7 participações nos ralis internacionais com resultados muito interessantes:
- Rali de Monte Carlo – 12º Lugar (3º do Grupo N)
- Rali de Portugal – 9º Lugar (1º do Grupo N)
- Volta à Córsega – 18º Lugar (1º do Grupo N)
- Rali da Nova Zelândia – 10º Lugar (2º do Grupo N)
- Rali da Austrália – Desistência
- Rali da Catalunha – 11º Lugar (1º do Grupo N)
- RAC – 7º Lugar (1º do Grupo N)
No final do campeonato, Rui Madeira sagrava-se Campeão do Mundo no Grupo N. Um feito inédito para Portugal. Muito antes dessa consagração acontecer, no Rali de Portugal de 1995 Rui Madeira teve que se bater com os melhores pilotos portugueses (Fernando Peres no Ford Escort RS Coswort e Jorge Bica no Lancia Delta), e a concorrência do Grupo N. Rui Madeira reconheceu que a experiencia dos ralis internacionais deram-lhe alguma vantagem e no final do rali português festejou a posição do melhor português. No Grupo N, Madeira teve que enfrentar a oposição de Jorge Recalde (argentino) também num Lancer Evo II. Mas o piloto português liderou sempre, e sendo conhecedor do nosso rali, manteve uma distância que o pôs a salvo de qualquer ataque do argentino, para no final festejar também a vitória no agrupamento N.
Continuação do Campeonato do Mundo de Ralis de 1995
No Rali da Austrália, Carlos Sainz (Subaru), já recuperado da lesão que o obrigou a falhar o Rali da Nova Zelândia, voltou aos ralis contudo foi obrigado a desistir devido a um radiador furado por um ramo de uma árvore e numa zona em que a assistência era proibida. Esta era outra das novas regras deste ano e devido a isso muitas vezes se viram os pilotos a tentarem arranjar os carros com os mecânicos mesmo ao lado deles… Os pilotos da Toyota não aproveitaram a desistência do espanhol para vencer e dessa maneira foi o sueco Kenneth Eriksson (Mitsubishi) quem venceu o rali à frente de Colin McRae (Subaru).
No Rali da Catalunha deu-se o escândalo do ano com a exclusão da Toyota do Mundial. Esse foi o facto mais importante e que veio dar à Subaru os títulos que ainda estavam em disputa. Embora entre os pilotos ainda não se soubesse que iria vencer, já se sabia que seria um dos dois pilotos da Subaru. Mas antes da exclusão da Toyota, Kankkunen ainda dominou a primeira parte do rali contudo uma saída de estrada ditou a desistência do piloto da Toyota. Foi nas verificações finais que os comissários detectaram uma ilegalidade nos turbos dos Toyota. Suspeitou-se então que essa ilegalidade, na admissão do ar, já vinha a ser utilizada à algumas provas e a FIA acusou a Toyota de traição ao espírito desportivo, excluindo-a do campeonato e proibição de participar no campeonato em 1996. A vitória foi para Carlos Sainz, à frente do seu colega de equipa, Colin McRae. A decisão do título de pilotos iria ser discutida no RAC entre os dois pilotos da Subaru. Colin McRae iria “jogar em casa” uma cartada decisiva, a mais importante da sua carreira…
(continua)