A equipa da Renault Galp-Gest e os seus pilotos iniciaram o Rali de Portugal de 1998 com legitimas ambições a conseguir o primeiro lugar entre as equipas portuguesas. A equipa estava bem organizada, com mecânicos experientes e com meios suficientes fornecidos pela Renault. Os dois pilotos eram Pedro Azeredo e José Carlos Macedo que eram pilotos com talento e experiencia.
Apesar da excelente qualidade da concorrência interna (Peugeot 306 Maxi de Adruzilo Lopes, Toyota Celica GT- Four de Rui Madeira e Toyota Corolla de Pedro Matos Chaves), a equipa Renault esperava obter um bom resultado, mas não foram os seus adversários que impediram a obtenção desses objectivos. Infelizmente para a equipa Renault foram os problemas mecânicos nos Mégane Maxi que ditaram o destino dos seus pilotos. Os dois Mégane, de Azeredo e de Macedo, desde o inicio se debateram com problemas de aquecimento no motor, de modo que não chegaram a sair de Viseu. Os mecânicos não conseguiram resolver o aquecimento do motor que afectava os dois Mégane e assim terminava o Rali de Portugal de 1998 para a equipa Renault Galp-Gest.
Rui Madeira (Toyota Celica GT-Four) acabou por ser o melhor português ao terminar na 9ª posição.
Esta miniatura que hoje apresento é o Renault Mégane Maxi de José Carlos Macedo no Rali de Portugal de 1998.
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O Rali da Acrópole foi inicialmente liderado pelo britânico Richard Burns em Mitsubishi. Mas na segunda etapa o Toyota de Didier Auriol (francês) passou para a liderança enquanto o finlandês Tommi Makinen (Mitsubishi) abandonava. Mas foi Colin McRae (Subaru) quem acabou por vencer o rali. Para tal acontecer McRae teve de beneficiar de uma avaria momentânea no motor do Toyota de Auriol e que o relegou para a segunda posição final. O finlandês Juha Kankkunen ficou em terceiro lugar com o Ford.
No Rali da Nova Zelândia a Toyota reapareceu em força apesar das condições atmosféricas adversas em que decorreu a prova. A liderança do rali esteve praticamente entregue apenas a Sainz e a Auriol, ambos em Toyota Corolla WRC. Discutido segundo a segundo, a decisão sobre quem seria o vencedor manteve-se uma incógnita até ao final. Foi já nas últimas especiais que Sainz “roubou” a liderança ao seu colega de equipa e bateu Auriol por meros 4 segundos. O terceiro lugar foi para Tommi Makinen (Mitsubishi).
Tal como na Nova Zelândia, o Rali dos Mil Lagos foi disputado com tempo chuvoso. Foi precisamente aqui, no rali do seu país, que Tommi Makinen iniciou a renovação do título. Em excelente forma Makinen venceu pela quinta vez consecutiva na Finlândia. Carlos Sainz obteve a segunda posição e McRae, outro dos candidatos ao título, desiste mais uma vez. O terceiro lugar foi para Kankkunen.
A 3 ralis do fim do campeonato, Sainz liderava com mais 9 pontos de vantagem sobre Makinen e McRae.
(continua)