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20 outubro 2021

VIDEO - McLaren M23 - Emerson Fittipaldi (1974)

Video da miniatura do McLaren M23 de Emerson Fittipaldi no GP de Espanha de 1974. Fittipaldi viria a sagrar-se campeão em 1974 com 3 vitórias (GP’s do Brasil, Bélgica e Canadá) obtendo 55 pontos. Esta miniatura pertence à colecção da Altaya “Lendas Brasileiras do Automobilismo” (Fasc. Nº 9).
http://4rodinhas.blogspot.com/2021/05/mclaren-m23-emerson-fittipaldi-1974.html

NOTA: o vídeo tem um erro meu; menciono que o Emerson Fittipaldi venceu o GP de Espanha de 1974 com o McLaren M23 quando na realidade ficou em 3º lugar. Desde já agradeço ao Gattamelata que me chamou à atenção do erro.

15 maio 2021

McLaren M23 - Emerson Fittipaldi (1974)

Esta miniatura pertence à colecção da Altaya “Lendas Brasileiras do Automobilismo” (Fasc. Nº 9).
O McLaren M23 foi desenhado por Gordon Coppuck que se inspirou na forma em cunha iniciada pelos Lotus 72 em 1970, tendo introduzido melhorias em relação à aerodinâmica e refrigeração. O Mclaren M23 foi evoluindo ao longo dos anos em que esteve em competição. O projecto era tão bom que o carro esteve em actividade desde 1973 até 1978. O motor era o Ford Cosworth DFV V8 com 2993 cc de 450 cv de potência. O Mclaren M23 fez a sua estreia em 1973 no GP da Africa do Sul com Denny Hulme (neo-zelandês) a obter a pole-position e a terminar a corrida em 5º lugar. A última corrida do M23 foi em 1978 no GP de Itália com o brasileiro Nelson Piquet ao volante, que terminou na 9ª posição. O Mclaren M23 venceu 16 GP’s (6 por James Hunt, 5 por Emerson Fittipaldi, 2 por Denny Hulme, 2 por Peter Revson e 1 por Jochen Mass); a McLaren venceu com o M23 dois títulos de pilotos (1974 e 1976) e um título de construtores (1974).
A miniatura apresentada representa o McLaren M23 de Emerson Fittipaldi no GP de Espanha de 1974. Fittipaldi viria a sagrar-se campeão em 1974 com 3 vitórias (GP’s do Brasil, Bélgica e Canadá) obtendo 55 pontos.
O campeonato de 1974 começou com uma vitória do piloto neozelandês Denny Hulme em McLaren. A Ferrari, que finalmente dava sinais de querer sair do período negro que atravessou nos dois anos anteriores, consegue o segundo e terceiro lugar através da nova dupla de pilotos, Niki Lauda (austríaco) e Clay Regazzoni (suíço). No GP do Brasil, a McLaren volta a vencer, desta feita é Emerson Fittipaldi (brasileiro) que vence o GP do seu país. O piloto argentino, Carlos Reutmann, vence o GP da Africa do Sul com o Brabham. Niki Lauda (Ferrari) vence o seu primeiro GP na Formula 1 no GP da Espanha, seguido pelo seu colega Regazzoni. A Ferrari já não vencia desde o GP da Alemanha de 1972. Emerson Fittipaldi (McLaren) regressa às vitórias no GP da Bélgica. O rapidíssimo sueco Ronnie Peterson dá à Lotus a sua primeira vitória do ano no GP do Mónaco. Jody Scheckter (sul-africano) vence o seu primeiro GP da carreira na Suécia com um Tyrrell. No GP da Holanda, Lauda (Ferrari) consegue a sua segunda vitória do ano e da carreira. Nos GP da França e da Grã-Bretanha, vitórias para R. Peterson (Lotus) e J. Scheckter (Tyrrell), respectivamente. Emerson Fittipaldi (McLaren) fica em segundo lugar na Grã-Bretanha. No GP da Alemanha, Clay Regazzoni (Ferrari) obtêm aquela que foi a sua única vitória neste ano. Estavam então decorridos onze GP’s, faltavam quatro para o final do campeonato. A classificação era a seguinte: 1º Regazzoni com 44 pontos, 2º Scheckter com 41 pontos, 3º Lauda com 38 pontos e 4º Fittipaldi com 37 pontos. Nos construtores: 1º Ferrari com 57 pontos, 2º McLaren com 49 pontos e 3º Tyrrell com 44 pontos.
No GP da Áustria, Carlos Reutmann (Brabham) vence e dos quatro primeiros classificados do campeonato apenas Regazzoni pontua, termina a prova em quinto lugar. Na Itália, R. Peterson (Lotus) consegue a sua terceira vitória do ano e Fittipaldi (McLaren) é segundo classificado. No GP do Canadá Fittipaldi dá um passo decisivo em direcção ao título, que ao vencer a prova canadiana iguala Regazzoni no campeonato. À partida para a última prova do ano, o GP dos EUA, ainda havia três pilotos com aspirações ao título: Fittipaldi (52 pontos), Regazzoni (52 pontos) e Scheckter (45 pontos). O vencedor da prova foi Reutmann (Brabham) e o título foi conquistado por Emerson Fittipaldi que termina em quarto lugar. Nem Regazzoni nem Scheckter conseguem pontuar. Fittipaldi é campeão com 55 pontos (3 vitórias), o segundo foi Regazzoni com 52 pontos (1 vitória) e o terceiro foi Scheckter com 45 pontos (2 vitórias). A McLaren que nunca tinha conseguido vencer nenhum dos títulos (pilotos e construtores) vence também o de construtores com 73 pontos (4 vitórias) e a Ferrari fica em segundo lugar com 65 pontos (3 vitórias).

Emerson Fittipaldi nasceu a 12 de Dezembro de 1946 no Brasil. Emerson Fittipaldi que viria a ser o primeiro campeão brasileiro na Formula, saiu do Brasil para correr na Europa em 1969, tendo participado na Formula Ford, Formula 3 e Formula 2 onde conseguiu obter vitórias que chamaram a atenção e pouco tempo depois estreava-se na Formula 1 pela mão de Colin Chapman. A sua estreia aconteceu no GP da Inglaterra de 1970 num Lotus 49C, onde obteve um oitavo lugar. Ainda nesse ano viu-se promovido a primeiro piloto da Lotus por causa da morte do seu colega de equipa Jochen Rindt (austríaco), que viria a sagrar-se campeão póstumo. A sua primeira vitória aconteceu ainda nesse ano no GP dos EUA com o Lotus 72C. A carreira de Fittipaldi na F1 durou 11 
temporadas (de 1970 a 1980), tendo alcançado 14 vitórias, 6 pole-positions e 6 melhores voltas. Correu pela Lotus de 1970 a 1973, tendo sido campeão em 1972 e vice-campeão em 1973; depois mudou para a McLaren, onde venceu o campeonato de 1974 e foi novamente vice-campeão em 1975. Durante muitos anos Emerson Fittipaldi deteve o record do campeão e bi-campeão mais novo da F1. No final de 1975 decide deixar a McLaren e assinou pela Copersucar (equipa brasileira do seu irmão Wilson Fittipaldi). Esta decisão de mudar para a Copersucar terá afetado o resto da carreira de Emerson Fittipaldi na F1 (apesar de ter tido uma oferta, prontamente por ele recusada, da Ferrari em 1976 depois do acidente do austríaco Niki Lauda). Durante o resto da sua carreira, de 1976 a 1980, Fittipaldi corre pela Copersucar (em 1980 a equipa mudou de nome para Fittipaldi) sem que tenha tido grandes resultados; durante esses 5 anos o melhor que conseguiu foram dois pódios: um 2º lugar no GP do Brasil em 1978 (por sinal o melhor ano dele na Copersucar) e um 3º lugar no GP dos EUA de 1980. A partir de 1981 deixa de pilotar e dedica-se apenas a gerir a sua equipa Fittipaldi na F1, tendo a aventura terminado em 1982. Emerson Fittipaldi participou em 144 GP’s (de 1970 a 1973 pela Lotus, com 9 vitórias e um título de Campeão do Mundo; de 1974 a 1975 pela McLaren, com 5 vitórias e um título de Campeão do Mundo; e de 1976 a 1980 pela Copesrsucar/Fittipaldi). Depois da F1, Fittipaldi volta às pistas em 1984 para correr na CART, onde viria a sagrar-se campeão em 1989, tendo vencido as 500 Milhas de Indianapolis nesse ano e em 1993. A sua carreira por terras americanas durou até 1996 até que um acidente lhe ditou o fim das corridas quando estava já com quase 50 anos.
Os pilotos do McLaren M23 em 1974 foram: #5 Emerson Fittipaldi, #6 Denny Hulme, #33 Mike Hailwood, #23 Dave Charlton, #33 David Hobbs e #33 Jochen Mass.
Vitórias: 4 (E. Fittipaldi: 3; D. Hulme: 1)
Pole-Postion: 2 (E. Fittipaldi: 2)
Melhores voltas: 1 (D. Hulme: 1)
NOTA: o vídeo tem um erro meu; menciono que o Emerson Fittipaldi venceu o GP de Espanha de 1974 com o McLaren M23 quando na realidade ficou em 3º lugar. Desde já agradeço ao Gattamelata que me chamou à atenção do erro.

30 setembro 2018

McLaren MP4/4 - Ayrton Senna (1988)




Esta miniatura pertence à colecção Formula 1 The Car Collection da Salvat. – Fasc. Nº 1.

Esta miniatura representa o McLaren MP4/4 de 1988 do piloto brasileiro Ayrron Senna. Inicialmente não tencionava colocar aqui no blog esta miniatura porque já tenho duas deste McLaren, uma do Ayrton Senna e outra do Alain Prost (por favor clicar no nome da cada um dos pilotos para ter acesso ao artigo dedicado a cada uma das miniaturas), que anteriormente abordei aqui no 4Rodinhas. Mas optei por tentar fazer uma breve análise e comparação da qualidade das três miniaturas, esta da Salvat e as outras duas da Minichamps.

Contudo primeiro coloco aqui alguns dados da ficha técnica do McLaren MP4/4: o motor era o Honda RA 168E, de 1498 cm3, 6V a 80º; com 4 vávulas por cilindro com uma potência máxima de 640 cv às 12500 rpm; a alimentação era por injeção eletrónica da Honda; a sobrealimentão era efectuada por dois compressores IHI com uma pressão de 2,5 bar; a caixa de dispunha de 6 velocidades; o chassis era monocoque de fibra de carbono e estrutura honeycomb; o peso era de 540 kg; a suspenção dianteira em sistema pull-rod, a traseira em push-rod e ambas com triangulos sobrepostos.

Em relação à sua história na Formula 1, é mais do que conhecida; os pilotos eram o brasileiro Ayrton Senna e o francês Alain Prost; que se bateram durante a época toda tendo saido vencedor Ayrton Senna que se tornou campeão do Mundo de Formula 1 em 1988.


No que diz respeito à qualidade da miniatura da Salvat, na minha opinião, é bastante razoável. Nota-se que existem algumas imperfeições quer ao nível dos acabamentos como na colocação de alguns decalques; nas duas miniaturas da Minichamps, apesar de não serem também perfeitas, parecem-me um pouco melhor neste aspeto; a miniatura do Prost, tem inclusivé, os decalques da Marlboro. O pequeno encosto do capacete parece-me ser de dimensões exageradas; na miniatura do Senna da Minichamps está melhor, na do Prost não têm (o que é uma falha).
As pequenas tomadas de ar colocadas sobre os flancos da miniatura podia ter as entradas pintadas de preto (sempre poderei eu facilmente efectuar essa correcção); a minitura do Senna da Minichamps, não há essas pequenas tomadas de ar, o que podia acontecer na realidade; na do Prost essas tomadas de ar existem e têm a entrada pintada de preto. Outro pormenor são as astes e os retrovisores na miniatura da Salvat são pintados a vermelho; nas duas miniaturas da Minichamps temos as astes em preto que seguram o retrovisor em vermelho, que é o mais correcto. Na miniatura da Salvat não há piloto mas tem os cintos representados e é tudo ao nível dos interiores, enquanto nas duas miniaturas da Minichamps temos os pilotos representados dentro do monolugar.

Existem alguns pontos a favor da miniatura da Salvat, em relação às duas da Minichamps, um deles é o arco que fica logo atrás do capacete do piloto, que está mais bem representado na miniatura da Salvat, outro ponto a favor são as pequenas antenas que estão logo atrás desse arco, que nas miniaturas da Minichamps não existem e ainda posso falar positivamente sobre a base que vem com a miniatura que representa, com os correctores vermelhos e brancos, uma curva da pista.

Haveria muito mais para dizer sobre esta comparação, mas termino dizendo que na minha opinião vale bem a aquisição desta primeira miniatura da Salvat, quanto mais não seja pelo preço (€3,99) de lançamento que estas colecções normalmente fazem para o primeiro fascículo.



Os pilotos do McLaren MP4/4 em 1988 foram: Alain Prost (#11) e Ayrton Senna (#12).

Vitórias: 15 (A. Prost: 7; A. Senna: 8)

Pole-Position: 15 (A. Prost: 2; A. Senna: 13)

Melhor volta: 10 (A. Prost: 8; A. Senna: 2)

04 outubro 2015

McLaren - Série MP4/2 de 1984 a 1986



Durante os campeonatos de 1984, 1985 e 1986 a McLaren utilizou o MP4/2, desenhado por Jonh Barnard. Nesses três anos o MP4/2 foi sofrendo pequenas alterações, quer para se aperfeiçoar o carro, quer para se adaptar às alterações exigidas pelo regulamento, como por exemplo a redução do combustível permitido por corrida para o ano de 1986 (passou de 220 litros em 1985 para 195 litros para 1986). O motor utilizado era o TAG Porsche; em 1984 a McLaren usava os pneus Michelin tendo passado a utilizar pneus Goodyear para os anos de 1985 e 1986. O McLaren MP4/2 manteve-se sempre bastante competitivo, o que permitiu que o MP4/2 torna-se num dos carros mais vitoriosos da história da Formula 1.


McLaren MP4/2 de Niki Lauda em 1984
Miniatura da Minichamps à esc. 1/43
1984 – McLaren MP4/2
16 Grandes Prémios
Pilotos: #7 - Alain Prost – 16 GP
             #8 - Niki Lauda – 16 GP
12 vitórias (7 para Prost e 5 para Lauda)
3 pole-positions (todas de Prost)
8 melhores voltas (3 para Prost e 5 para Lauda)
18 podios (9 para Prost e 9 para Lauda)
Niki Lauda - Campeão do Mundo de 1984
McLaren - Campeã de Construtores de 1984


          
             McLaren MP4/2B de Niki Lauda em 1985                     McLaren MP4/2B de Alain Prost em 1985
                 Miniatura da Minichamps à esc. 1/43                             Miniatura da Solido à esc. 1/43
1985 – McLaren MP4/2B
16 Grandes Prémios
Pilotos: #1 - Niki Lauda – 14 GP
             #1 - Jonh Watson – 1 GP (substituiu Lauda no GP da Europa)
             #2 - Alain Prost – 16 GP
6 vitórias (1 para Lauda e 5 para Prost)
2 pole-positions (todas de Prost)
6 melhores voltas (1 para Lauda e 5 para Prost)
12 podios (1 para Lauda e 11 para Prost)
Alain Prost - Campeão do Mundo de 1985
McLaren - Campeã de Construtores de 1985


         
            McLaren MP4/2C de Alain Prost em 1986                                 McLaren MP4/2C de Keke Rosberg em 1986
                            Miniatura da RBA à esc. 1/43                                          Miniatura da Minichamps à esc. 1/43
                                                                                                      Esta miniatura é alusiva ao GP de Portugal de 1986
1986 – McLaren MP4/2C
16 Grandes Prémios
Pilotos: #1 - Alain Prost – 16 GP
             #2 - Keke Rosberg – 16 GP
4 vitórias (todas de Prost)
2 pole-positions (1 para Prost e 1 para Rosberg)
2 melhores voltas (todas de Prost)
12 podios (11 para Prost e 1 para Rosberg)
Alain Prost - Campeão do Mundo de 1986
McLaren - vice-Campeã de Construtores de 1986

Ao todo nesses 3 anos a McLaren participou em 48 GP tendo vencido 22 provas (16 para Prost e 6 para Lauda), obteve 7 pole-positions (6 para Prost e 1 para Rosberg), 16 melhores voltas (10 para Prost e 6 para Lauda) e 42 podios (31 para Prost, 10 para Lauda e 1 para Rosberg). Venceu 3 Campeonatos de Pilotos e 2 de Construtores.

22 agosto 2010

McLaren MP4/19 - David Coulthard (2004)



Esta miniatura é da marca Minichamps.
O piloto britânico David Coulthard efectuou em 2004 a sua última temporada na equipa McLaren. Ao fim de 9 temporadas consecutivas na equipa de Ron Dennis (de 1996 a 2004), Coulthard assinou pela Red Bull para 2005.
A miniatura que hoje apresento é o McLaren MP4/19 com o qual David Coulthard participou no campeonato de 2004.
O McLaren MP4/19 teve como responsáveis os designers Adrien Newey e Mike Coughlan. O motor utilizado era da Mercedes. Os pilotos foram os mesmos do ano anterior: Kimi Raikkonen (finlandês) e David Coulthard. Apesar da excelente qualidade dos designers, o MP4/19 não foi um bom monolugar da McLaren. Os resultados foram fracos e piores do que os do ano anterior. A primeira metade da época de 2004 foi francamente má para uma equipa como a McLaren, ao ponto de nunca ter conseguido um único pódio nos 9 primeiros GP’s (Raikkonen apenas conseguiu 8 pontos e Coulthard apenas 9). Nos restantes 9 GP’s da época a McLaren utilizou uma versão B do carro, designada MP4/19B, onde os resultados melhoraram bastante com alguns pódios e uma vitória mas a época estava irremediavelmente perdida.
A McLaren terminou o campeonato de construtores em 5º lugar com 69 pontos (1 vitória). Os seus pilotos terminaram em 7º (Raikkonen com 45 pontos) e 10º lugar (Coultard com 24 pontos).David Coulthard nasceu a 27 de Março de 1971 em Twynholm. Após obter sucesso nas categorias inferiores, Coulthard conseguiu um lugar de piloto de testes na Williams para o ano de 1993. A sua estreia na F1 aconteceu em circunstâncias dramáticas uma vez que Coulthard foi o piloto que substituiu Aytron Senna na Williams após a morte do brasileiro no GP de San Marino em 1994. Deste modo Coulthard estreou-se na F1 no GP de Espanha de 1994 pela equipa Williams. Coulthard manteve-se na equipa de Frank Williams para a temporada de 1995, onde conseguiria no GP de Portugal a sua primeira vitória na F1. Para 1996 David Coulthard assim contrato com a McLaren e por lá se manteria durante 9 temporadas até 2004. Nos dois primeiros anos (1996 e 1997) na McLaren, Coulthard é melhor que o seu colega de equipa, o finlandês Mika Hakkinen. Mas quando a equipa apresenta um carro capaz de lutar pelos títulos, Coulthard é ultrapassado por Hakkinen que vence os campeonatos de 1998 e 1999. Coulthard termina a temporada de 1998 em 3º (tal como tinha acontecido em 1997) e é apenas 4º em 1999. Em 2000 é novamente 3º no campeonato e em 2001 obtém a sua melhor classificação da carreira com o vice campeonato e à frente de um desmotivado Hakkinen, o colega de equipa. Os três anos seguintes na McLaren são sempre a piorar, culminando com o 10º lugar em 2004. Nestes anos com a McLaren David Coulthard conquistou 12 vitórias. O passou seguinte da sua carreira foi a Red Bull, equipa onde faria os últimos 4 anos da sua carreira na F1. Contudo os resultados numa equipa que se estreava na F1 foram parcos. David Coulthard encerrou a sua carreira em 2008, após 246 GP’s onde venceu 13 vezes, obtendo 12 pole-positions e 18 melhores voltas.

2004 – O Campeonato (continuação)
Se nas primeiras 6 provas do ano apenas um GP escapou a Michael Schumacher (alemão) e à Ferrari, o segundo terço do campeonato foi de domínio total da Ferrari e de Michael Schumacher: 6 provas, 6 vitórias!
O GP da Europa, disputado em Nurburgring, o domínio pertenceu a Schumacher, que venceu, seguido de Rubens Barrichello (brasileiro), seu colega de equipa. No GP do Canadá a Ferrari consegue nova dobradinha mas desta vez o domínio inicial da prova pertenceu ao irmão de Michael Schumacher, Ralf Schumacher da Williams. Michael Schumacher venceu a prova e Ralf terminou em segundo lugar mas foi desclassificado devido a irregularidades nos travões, tal como o seu colega de equipa, o colombiano Juan-Pablo Montoya. Assim o segundo lugar foi para Barrichello. O GP dos EUA foi dominado pelos pilotos da Ferrari mas a vitória pertenceu a Michael Schumacher com Barrichello a ficar novamente no segundo lugar. O piloto espanhol da Renault, Fernando Alonso, dominou a primeira metade do GP da França mas Michael Schumacher dominou a segunda metade da prova e venceu o GP francês com Alonso em segundo lugar. O GP da Grã-Bretanha teve como primeiro líder o finlandês Kimi Raikkonen (McLaren) durante as 11 voltas iniciais mas inevitavelmente Michael Schumacher assume a liderança sem nunca mais a largar vencendo a prova e relegando o segundo lugar para o piloto da McLaren. No GP da Alemanha Michael Schumacher, correndo em casa, obteve a 11ª vitória da época em 12 provas. O piloto inglês, Jenson Button, da BAR, que esteve na liderança da prova por breves voltas, foi o segundo classificado.
Ao fim de 12 GP’s, apesar de o campeonato ainda estar em aberto, já se sabia que muito dificilmente Michael Schumacher perderia este campeonato: Schumacher liderava com 110 pontos e Rubens era o segundo com 74 pontos. Nos construtores a situação era idêntica: a Ferrari liderava com 184 pontos e a Renault era a segunda classificada com 85 pontos.
(continua)


Os pilotos do McLaren MP4/19 em 2004 foram: David Coulthard (#5) e Kimi Raikkonen (#6).
Vitórias: 0
Pole-position: 0
Melhor volta: 0

12 julho 2010

McLaren MP4/4 - Ayrton Senna (1988)



Esta miniatura é da marca Minichamps.
A McLaren iniciou o ano de 1988 com a grande expectativa de que nesse ano o campeonato de F1 lhe seria favorável. No ano anterior a Williams tinha dominado, muito graças a excelente motor Honda. A Lotus, que dispunha do mesmo motor Honda, também ficou melhor classificada que a McLaren. Para a temporada de 1988 a McLaren conseguiu contratar o piloto brasileiro Ayrton Senna (ex-Lotus) e com ele vieram também os motores Honda… mas à custa da Williams, que perdeu não só os motores Honda como também deixou escapar o campeão brasileiro Nelson Piquet para a Lotus (mantendo assim os motores nipónicos).
Com todas estas mudanças a McLaren construiu uma das mais poderosas duplas de pilotos da história da F1: ao piloto francês Alain Prost (campeão em 1985 e 1986) juntou-se Ayrton Senna, que era um dos grandes talentos na F1 e que apesar de ainda não ter sido campeão havia a convicção que brevemente o seria. Sobre o excelente McLaren-Honda MP4/4, concebido por Gordon Murray e Steve Nichols, já falei num anterior post que aconselho a leitura: McLaren-Honda MP4/4 de Alain Prost (1988).
Com a aquisição desta miniatura fico com a dupla de pilotos da McLaren de 1988 completa. A miniatura é o McLaren-Honda MP4/4 de Ayrton Senna com o qual se sagrou Campeão do Mundo de F1 em 1988. O domínio de Senna e Prost foi de tal forma avassalador que apenas uma vitória escapou aos pilotos da equipa de Ron Dennis.
Ayrton Senna nasceu a 21 de Março de 1960 em São Paulo (Brasil). Aytron Senna desde muito cedo tomou contacto com o desporto automóvel tendo conquistado vários títulos nos karts. Posteriormente, em 1981 participou no campeonato britânico de Formula Ford conquistando o título. Depois de um breve regresso ao Brasil, Ayrton Senna voltou à Inglaterra para participar na Formula Ford 2000; o resultado foi a conquista dos campeonatos britânicos e europeus de 1982. O passo seguinte foi o Campeonato de Formula 3, que Ayrton Senna venceria contra o rival Martin Brundle (inglês). Durante esse ano de 1983 Senna efectuou alguns testes com equipas da F1: Williams, Lotus, Brabham e Toleman. Depois da conquista do título de F3, a sua escolha para a primeira temporada na F1 recaiu sobre a equipa Toleman. Consciente das dificuldades para um estreante na F1, Senna terá optado por correr pela equipa Toleman onde teria a hipótese de evoluir sem a pressão de uma grande equipa. Durante o campeonato de 1984 Senna efectuou algumas performances dignas de registo: na memória de todos ainda está a sua corrida no GP do Mónaco, onde debaixo de chuva quase venceu Alain Prost. Termina a época em 9º com 13 pontos. Entretanto Senna assina um contrato para 1985 com a equipa Lotus. Durante os 3 anos que Ayrton Senna esteve na Lotus vence apenas 6 GP’s mas travou duelos inesquecíveis contra Alain Prost, Nelson Piquet e Nigel Mansell (britânico); em 1985 foi 4º (38 pontos e 2 vitórias), em 1986 foi 4º (55 pontos e 2 vitórias) e em 1987 foi 3º (57 pontos e 2 vitórias). Sem hipóteses de lutar pelo título, Senna optou por mudar de equipa e assinou um contrato com a McLaren, levando consigo os motores Honda. O seu novo colega de equipa, Alain Prost (bi-campeão) viria a ser o seu grande rival. Senna sagra-se campeão (8 vitórias) logo no primeiro ano na McLaren e no ano seguinte, em 1989, a tensão entre os dois pilotos agudiza-se acabando por Prost sair da McLaren, depois do francês se sagrar campeão com alguma polémica. Senna é vice-campeão com 60 pontos e 6 vitórias. O ano de 1990 é quase um remake do ano anterior isto porque Senna e Prost continuam a travar o duelo que vinha dos anos anteriores. No entanto Alain Prost já não se encontra na mesma equipa correndo agora pela Ferrari. Desta vez Ayrton Senna vence o campeonato de 1990 (78 pontos e 6 vitórias) e houve novamente polémica entre os dois pilotos. O campeonato de 1991 foi mais “calmo” para Ayrton Senna uma vez que a Ferrari perde competitividade e Prost viu-se sem argumentos para contrariar o brasileiro que assim conquistava o seu terceiro título (96 pontos e 7 vitórias). Seguiu-se o campeonato de 1992 (Prost despedido da Ferrari e sem um carro competitivo, optou por um ano sabático) no qual Senna assistiu à evolução competitiva do Williams face ao seu McLaren e terminou o ano no 4º lugar (50 pontos e 3 vitórias). Em 1993, com Prost de volta à F1, Senna efectuou o sexto e último ano pela McLaren. Ayrton Senna ainda registou excelentes performances (GP da Europa) mas o McLaren é inferior ao Williams de Prost. Senna fica em 2º lugar com 73 pontos e 5 vitórias. Para 1994 a Williams contrata Ayrton Senna (Prost abandonou a F1 e o brasileiro é o seu substituto na equipa de Frank Williams) mas infelizmente tudo corre mal para Senna, que abandonou nos dois primeiros GP’s do ano, e no terceiro, em Imola, sofreu um acidente fatal que chocou o mundo. Ayrton Senna morria a 1 de Maio de 1994 ao volante do Williams quando liderava o GP da Europa.
Ayrton Senna participou em 161 GP’s e registou no seu palmarés 41 vitórias, 65 pole-positions e 19 melhores voltas (614 pontos).

Os pilotos do McLaren MP4-4 em 1988 foram: Alain Prost e Ayrton Senna.
Vitórias: 15 (A. Senna: 8; A. Prost: 7)
Pole-position: 15 (A. Senna: 13; A. Prost: 2)
Melhor volta : 10 (A. Senna: 2; A. Prost: 8)

20 novembro 2009

McLaren M26 - James Hunt (1978)



Esta miniatura é da marca Minichamps.
A McLaren tinha planeado substituir o M23 durante o ano de 1976 introduzindo um novo modelo, o McLaren M26. No entanto quando o M26 ficou concluído James Hunt (inglês) estava a realizar boas provas com o "velho" M23 (que embora na sua quarta temporada ainda se mostrava suficientemente rápido), este facto levou a que a equipa adiasse a estreia do novo modelo, permitindo também mais tempo para continuar a testar o M26. James Hunt acabaria mesmo por vencer o campeonato de 1976 com o McLaren M23, embora tenha beneficiado com o grave acidente de Niki Lauda (austríaco) em Nurburgring. Assim o McLaren M26 só se estrearia em 1977 no GP da Espanha.O McLaren M26, desenhado por Gordon Coppuck, era semelhante ao M23, e isto porque Coppuck optou por seguir as linhas do bem sucedido M23. Gordon Coppuck tornou o M26 mais leve e com uma aerodinâmica ainda mais eficiente. O chassis e a suspensão eram quase idênticas ao M23, e pois claro o motor era o mesmo, o Ford Cosworth DFV.
Quando aconteceu a estreia no GP da Espanha e depois de resolvidos alguns problemas, o McLaren M26 mostrou ser mais eficaz do que o M23, contudo não era suficiente para bater a Ferrari novamente. Nesse ano James Hunt ainda conseguiu vencer 3 GP’s (Inglaterra, USA e Japão) mas a McLaren acabou o campeonato em terceiro lugar.
Para o ano seguinte, em 1978, a McLaren substituiu Jochen Mass (alemão) por Patrick Tambay (francês) mantendo James Hunt como primeiro piloto e procedeu a algumas modificações de modo a melhorar as performances do M26. Mas quando a equipa Lotus introduz o Lotus 79, explorando o efeito solo, o McLaren M26 ficou praticamente fora de combate. Algumas alterações ainda foram efectuadas a meio do campeonato na tentativa de poder dotar o M26 com as características para explorar o efeito solo mas já era tarde de mais; o melhor resultado que James Hunt conseguiu foi um terceiro lugar no GP da França. A McLaren terminou o ano em 8º lugar enquanto James Hunt e Patrick Tambay foram os 13ºs e 14ºs classificados, com 8 pontos cada um.
Patrick Tambay ainda utilizou, sem resultados práticos, o M26 no ano de 1979 em duas ocasiões. A McLaren tinha então iniciado o seu lento declínio que durou até 1981.

Os pilotos do McLaren M26 em 1978 foram: James Hunt #7 e Patrick Tambay #8.
Vitórias: 0
Pole-Position: 0
Melhor volta: 0

09 junho 2009

McLaren MP4/14 - Mika Hakkinen (1999)



Esta miniatura pertence à colecção Grand Prix Mitos da Formula 1.
O McLaren MP4/14, desenhado por Adrian Newey e Neil Oatley, manteve a equipa de Ron Dennis no topo da Formula 1 em 1999 mas foi incapaz de repetir as conquistas do anterior modelo. Efectivamente, após o sucesso da temporada de 1998, a McLaren e Mika Hakkinen (finlandês) apenas conseguiram conquistar o título de pilotos, bem como menos vitórias do que no ano anterior. A temporada de 1999 revelou-se mais difícil do que a anterior, quer pelos erros cometidos, quer porque a Ferrari se encontrava mais competitiva. Mas houve um facto que marcou a época e terá “facilitado” a conquista do título de pilotos por parte de Mika Hakkinen: o acidente de Michael Schumacher (alemão) no GP da Inglaterra, precisamente a meio da época, que afastou o alemão da Ferrari durante vários GP’s devido à fractura de uma perna.
O McLaren MP4/14 dispunha do motor Mercedes FO 110H 3.0L V10, com uma caixa de 6 velocidades sequencial semi-automática. Os pneus eram da Bridestone, que agora equipava todo o plantel da F1 depois do abandono da Goodyear.
A dupla de pilotos era a mesma do ano anterior: Mika Hakkinen e David Coulthard (escocês).A miniatura representa o McLaren MP4/14 com o qual Mika Hakkinen conquistou o Mundial de Pilotos de 1999; o seu segundo título.
Mika Hakkinen nasceu a 28 de Setembro de 1968 na Finlândia. A sua formação como piloto de competição passou pelos karts, Fomula Opel e Formula 3 Britânica. Com a ajuda de outro campeão finlandês, Keke Rosberg, Mika Hakkinen estreia-se na F1 em 1991 no GP dos EUA, na Lotus. Em 1992 manteve-se na Lotus, contudo nesta altura a equipa fundada por Colin Chapman já se encontrava com grandes dificuldades de sobrevivência. Depois da Lotus, Hakkinen assinou um contrato com a McLaren para 1993, no entanto teve que se contentar com a posição de piloto de testes, já que os dois pilotos da McLaren eram Ayrton Senna e Michael Andretti. Contudo as dificuldades sentidas pelo norte-americano em se adaptar à F1 fizeram com que este regressasse aos EUA ainda antes do final da temporada. Assim Hakkinen substituiu Andretti em Setembro de 1993. Com bastante rodagem feita em testes, Hakkinen consegue bater Ayrton Senna na qualificação para o GP de Portugal. Isto atestava o valor do finlandês, mesmo se Senna estivesse desmotivado com um McLaren claramente inferior que o impedia de lutar pelo título. No ano seguinte (1994) Hakkinen torna-se no primeiro piloto da McLaren depois da saída de Senna. No entanto nestes anos seguintes a McLaren passava por uma reestruturação devido à falta de um motor capaz de levar a equipa aos tempos áureos que viveu durante os tempos com a Honda. No último GP de 1995, na Austrália, Hakkinen sofreu um grave acidente que quase o matou. Mas a sua recuperação foi surpreendente e Hakkinen não perdeu as suas qualidades de piloto rápido. Após dois anos com os motores Mercedes, a McLaren começava a dar sinais, em 1997, de querer recuperar a competitividade que a levaria à conquista dos títulos. Hakkinen venceu pela primeira vez na F1 em 1997, no último GP da época. O ano de 1998 foi de glória para Hakkinen: conquistou o título de pilotos. No ano seguinte torna-se bi-Campeão do Mundo. Em 2000 falha a conquista do terceiro título sendo vice-campeão. O ano seguinte, 2001, foi o seu último da carreira mas já sem o brilho dos anteriores, sendo inclusive batido pelo seu colega de equipa David Coulthard.
Mika Hakkinen esteve na F1 durante os anos de 1991 a 2001 (na Lotus de 1991 a 1993; na McLaren de 1994 a 2001); participou em 161 GP’s; venceu 20 GP’s, obteve 26 pole-position e 25 melhores voltas. Sagrou-se campeão em 1998 e 1999.
1999 – O Campeonato (continuação)
Numa luta pelo título de pilotos que agora se resumia a Mika Hakkinen da McLaren, a Eddie Irvine da Ferrari e a Heinz-Harald Frentzen da Jordan, os GP’s da Áustria e da Alemanha foram vencidos pela equipa italiana e por Eddie Irvine (irlandês), que obteve a pontuação máxima e beneficiou do facto de Mika Hakkinen ter feito apenas 4 pontos, graças ao 3º lugar na Áustria.
Mika Hakkinen recupera alguma desvantagem nos dois GP’s seguintes: vence na Hungria e fica em segundo lugar, atrás do seu colega de equipa Coulthard, na Bélgica. Irvine é terceiro na Hungria e quarto na Bélgica.
No GP de Itália Hakkinen faz um pião e abandona, mas Irvine apenas consegue ficar em sexto lugar, ganhando apenas um ponto a Hakkinen contudo alcançando-o no primeiro lugar do campeonato. A vitória foi para Heinz-Harald Frentzen (alemão) da Jordan. Com apenas 3 corridas para o final do campeonato Frentzen mantinha-se na luta pelo título.
Dos três candidatos ao título, apenas Hakkinen pontuou no GP seguinte, o da Europa, mas apenas logrou conquistar 2 pontos. Nem Irvine nem Frentzen pontuaram. A vitória na corrida foi para Johnny Herbert num Stewart. Foi a primeira e única vitória da equipa de Jackie Stewart na F1.
Para os dois últimos GP’s, a Ferrari fez regressar o recuperado Michael Schumacher com o objectivo de ajudar Eddie Irvine a conquistar o título de pilotos e ajudar a Ferrari a conquistar o título de construtores. No GP da Malásia a Ferrari efectuou uma prova quase perfeita e Michael Schumacher “deu” a vitória a Irvine. Hakkinen apenas foi o terceiro classificado atrás dos homens da Ferrari. No entanto houve polémica: os carros da Ferrari foram desclassificados porque infringiam o Regulamento Técnico mas após recurso da equipa italiana a desclassificação foi anulada.
Para o último GP do ano, no Japão, Mika Hakkinen partiu com uma desvantagem de 4 pontos logo tinha que vencer para se sagrar campeão sem se preocupar com o resultado de Irvine. E foi exactamente o que aconteceu. O finlandês da McLaren esteve intratável durante a prova, liderando-a do princípio ao fim, sagrando-se campeão do mundo pela segunda vez consecutiva.
Mika Hakkinen venceu o campeonato com 76 pontos (5 vitórias) contra os 74 pontos de Irvine (4 vitórias). A Ferrari venceu o campeonato de construtores, que já não vencia desde 1983, com 128 pontos (6 vitórias); o campeonato de pilotos continuava a “fugir-lhes” desde 1979. A McLaren ficou em segundo lugar com 124 pontos (7 vitórias).

Os pilotos do McLaren MP4/14 em 1999 foram: Mika Hakkinen (#1) e David Coulthard (#2).
Vitórias: 7 (M. Hakkinen: 5; D. Coulthard: 2)
Pole-position: 11 (M. Hakkinen: 11)
Melhor volta: 9 (M. Hakkinen: 6; D. Coulthard: 3)