Esta miniatura pertence à colecção Os Nossos Campeões de Ralis.
Num Rali de Portugal apenas de carácter nacional, Pedro Leal surgiu na prova de 2003 como um dos candidatos à vitória. O campeonato nacional não tinha iniciado da melhor forma, de modo que Pedro Leal contava com o Mitsubishi Lancer Evolution VI para bater o Citroen Saxo Kit Car de Armindo Araújo, que tinha vencido o Rali Casino da Póvoa do Varzim. Pedro Leal tinha desistido na Póvoa do Varzim mas tinha esperanças de poder recuperar no Rali de Portugal. No entanto Armindo Araújo mostrou-se intratável e nunca permitiu que os seus adversários pusessem em causa a sua liderança. Nem mesmo na segunda etapa, quando surgiu a lama o que favorecia os carros de tracção integral, Armindo Araújo deixou de dominar e controlar o Rali de Portugal. Assim Pedro Leal teve que lutar com Gustavo Louro, em Mitsubishi, pela segunda posição. E mesmo neste caso Pedro Leal esteve em desvantagem quase até ao final do rali, não fosse uma pedra que danificou o Mistubishi de Louro e Pedro Leal teria terminado na terceira posição. Pedro Leal acabou por ficar com a segunda posição, graças à desistência de Louro, mas atrás do Citroen Saxo Kit Car de Armindo Araújo. Ainda assim esta posição significou a vitória de Pedro Leal no Grupo de Produção. No final do campeonato nacional Pedro Leal não foi capaz de impedir que Armindo Araújo se sagrasse campeão nacional.
Num Rali de Portugal apenas de carácter nacional, Pedro Leal surgiu na prova de 2003 como um dos candidatos à vitória. O campeonato nacional não tinha iniciado da melhor forma, de modo que Pedro Leal contava com o Mitsubishi Lancer Evolution VI para bater o Citroen Saxo Kit Car de Armindo Araújo, que tinha vencido o Rali Casino da Póvoa do Varzim. Pedro Leal tinha desistido na Póvoa do Varzim mas tinha esperanças de poder recuperar no Rali de Portugal. No entanto Armindo Araújo mostrou-se intratável e nunca permitiu que os seus adversários pusessem em causa a sua liderança. Nem mesmo na segunda etapa, quando surgiu a lama o que favorecia os carros de tracção integral, Armindo Araújo deixou de dominar e controlar o Rali de Portugal. Assim Pedro Leal teve que lutar com Gustavo Louro, em Mitsubishi, pela segunda posição. E mesmo neste caso Pedro Leal esteve em desvantagem quase até ao final do rali, não fosse uma pedra que danificou o Mistubishi de Louro e Pedro Leal teria terminado na terceira posição. Pedro Leal acabou por ficar com a segunda posição, graças à desistência de Louro, mas atrás do Citroen Saxo Kit Car de Armindo Araújo. Ainda assim esta posição significou a vitória de Pedro Leal no Grupo de Produção. No final do campeonato nacional Pedro Leal não foi capaz de impedir que Armindo Araújo se sagrasse campeão nacional.
Uma curiosidade: o co-piloto de Pedro Leal era o Luís Ramalho e o co-piloto de Armindo Araújo era o Miguel Ramalho, julgo que serão irmãos, sendo que Luís Ramalho também é piloto, tendo já participado em ralis (Rali de Portugal de 1997) em que Miguel Ramalho foi o seu co-piloto.