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19 agosto 2009

Citroen C2 S1600 - A. Lopes - J. Henriques (Rali de Portugal de 2005)



Esta miniatura pertence à colecção Os Nossos Campeões de Ralis.
Adruzilo Lopes regressou à Citroen em 2005 substituindo o campeão nacional de 2004, Armindo Araújo. No entanto este seu regresso à Citroen não correu da melhor forma para Adruzilo Lopes. O campeonato nacional acabaria mais uma vez nas “mãos” de Armindo Araújo, que agora tripulava um Mitsubishi Lancer.
No Rali de Portugal de 2005 Adruzilo Lopes esperava poder vir a discutir a vitória na classe S1600 mas muito cedo se viu fora de prova devido a um problema na caixa de velocidades no seu Citroen C2 S1600. Os vencedores do rali português foram Daniel Carlsson (Subaru), Daniel Sordo (espanhol) que venceu na classe S1600 com um Citroen C2 e Armindo Araújo (Mitsubishi), em terceiro lugar, foi o melhor piloto português. A miniatura representa o Citroen C2 S1600 de Adruzilo Lopes no Rali de Portugal de 2005. Tendo já conquistado três títulos de campeão nacional (1997, 1998 ambos com o Peugeot 306 Maxi e 2001 com o Peugeot 206 WRC), era esperado que Adruzilo Lopes fosse uma oposição mais forte a Armindo Araújo na revalidação do título, contudo o vice-campeão Europeu de 2001 foi infeliz neste seu regresso à equipa da Citroen.
Ver outro post sobre o Citroen C2 S1600.

20 dezembro 2008

Subaru Impreza WRC - A. Lopes - L. Lisboa (Rali de Portugal de 2002)



Esta miniatura pertence à colecção Os Nossos Campeões de Ralis.
No post anterior referi que o Rali de Portugal de 2002 não fez parte do campeonato do mundo assim a organização optou por convidar alguns pilotos internacionais com o intuito de dinamizar a edição desse ano do rali.
No que diz respeito aos pilotos nacionais a lista era de qualidade: Rui Madeira (Ford Focus WRC), Miguel Campos (Peugeot 206 WRC) e Adruzilo Lopes (Subaru Impreza WRC). Esperava-se que estes três pilotos nacionais pudessem dar luta aos dois nomes internacionais que foram convidados: Didier Auriol (Toyota Corolla WRC) e Andrea Aghini (Subaru Impreza WRC). Mas tal não se verificou. Auriol venceria o rali sem oposição.
Na luta pelo lugar de melhor português, as coisas também não foram muito animadas. Desde muito cedo, Adruzilo Lopes se viu afastado das primeiras posições e não foi além de um modesto 15º lugar da geral. Adruzilo Lopes estava há meio ano afastado dos ralis e apostava muito neste regresso ao nacional de ralis. Rui Madeira também não esteve muito inspirado tendo realizado uma prova modesta. O melhor português acabou por ser Miguel Campos no Peugeot 206 WRC, terminado o rali na terceira posição, atrás de Auriol e Aghini.
Esta miniatura é a versão do Subaru Impreza WRC de Adruzilo Lopes no Rali de Portugal de 2002.
Continuação do Campeonato do Mundo de Ralis de 2002
O Rali da Argentina trouxe novos vencedores ao mundial de ralis. A Peugeot que tinha vencido os 4 últimos ralis via finalmente ser quebrada a sequência de vitórias. Curiosamente, iniciou-se aqui uma nova sequência de vitórias mas de uma outra marca: a Ford.
A vitória da Ford na Argentina acabou por ser “filha da sorte”, se é que assim posso chamar. A Peugeot viu os seus dois pilotos, Marcus Gronholm (finlandês) e Richard Burns (inglês), desclassificados e dessa maneira perderem um rali que esteve quase ganho. Gronholm foi desclassificado por ter recebido assistência numa zona proibida e Burns por causa de um volante motor que pesava menos 20 gramas do que o regulamento. O piloto espanhol Carlos Sainz acabou por ser um vencedor inesperado, o que na prática significou a primeira vitória da Ford na presente temporada. Peter Solberg, em Subaru, ficou em segundo lugar e Colin McRae foi o terceiro.
No Rali da Acrópole, os dois pilotos da Ford, haveriam de inverter as posições alcançadas no rali anterior. McRae era o favorito e confirmou ao impor o seu Ford aos adversários. A vitória não escapou a McRae apesar de Gronholm ter terminado a apenas 24 segundos do escocês. Assim, McRae ficou em primeiro, Gronholm em segundo e Sainz foi o terceiro. A meio do campeonato, a Ford parecia ter encontrado a boa forma, embora talvez um pouco tarde.
(continua)

14 outubro 2008

Peugeot 206 WRC - A. Lopes - L. Lisboa (Rali de Portugal de 2001)



Esta miniatura pertence à colecção Os Nossos Campeões de Ralis.
Tal como no post anterior, esta miniatura do Peugeot 206 WRC também já foi tema de um post. Contudo hoje apresento a versão do Peugeot 206 WRC que Adruzilo Lopes utilizou no Rali de Portugal de 2001. Assim como já falei do Peugeot 206 WRC remeto os leitores para o post onde falei deste carro.
Para Adruzilo Lopes o Rali de Portugal de 2001 não deixou grandes recordações. Desde muito cedo se viu afastado dos primeiros lugares entre os pilotos nacionais. Uma má escolha de pneus e um furo deram origem a um significativo atraso logo nos momentos iniciais do rali. Posteriormente, Adruzilo Lopes danificou a direcção do Peugeot 206 WRC ao dar um toque numa pedra. Deste modo e apenas no quarto troço Adruzilo Lopes era obrigado a desistir. Foi uma decepção para o piloto português que depositava grandes esperanças no Peugeot 206 WRC para obter um resultado positivo. Rui Madeira acabou por ser o grande beneficiado ao conseguir ser o melhor português sem a oposição de Adruzilo Lopes.
Continuação do Campeonato do Mundo de Ralis de 2001
Após a vitória de Colin McRae (escocês) no Rali da Argentina, o piloto da Ford parecia ter recuperado a boa forma e partiu para as duas provas seguintes com redobrada confiança. Efectivamente, McRae veio a ser a grande sensação desses dois ralis.
O resultado final dos três primeiros no Rali do Chipre acabou por ser uma cópia do Rali da Argentina mas houve mérito e sentido táctico da parte de McRae para levar de vencido novamente o britânico, Richard Burns da Subaru. Inicialmente, foi o campeão em título, Marcus Gronholm (finlandês), que impôs o seu Peugeot 206 WRC aos demais candidatos. Mas este era um daqueles ralis em que o primeiro a sair para a classificativa acaba por ser prejudicado porque vai limpar o troço para os seus adversários, e neste caso foi o que aconteceu a Gronholm nesta fase inicial. Posteriormente, McRae e Burns assumiram os primeiros lugares ao passarem Gronholm e disputaram a vitória entre si. Para a última etapa, McRae penaliza para deixar que seja Burns a sair na frente. Com Burns a limpar a estrada, McRae supera-o sem problemas e vence o Rali do Chipre. Bruns fica em segundo lugar tendo Carlos Sainz (espanhol) obtido novamente o terceiro lugar.
Após duas vitórias consecutivas, McRae parecia estar embalado para uma excelente época. Para confirmar as duas anteriores vitórias, McRae haveria de juntar mais uma vitória no rali seguinte, na Acrópole. A Ford esteve muito bem neste rali e só por mero azar é que não conseguiu as duas primeiras posições. McRae venceu e Sainz viu escapar-lhe um segundo lugar no último troço do rali. O motor do Ford de Sainz cedeu e o segundo lugar foi para Peter Solberg (Subaru). Harri Rovampera, da Peugeot, terminou na terceira posição. Carlos Sainz abandonava pela primeira vez em sete ralis.
A meio do campeonato, McRae igualou Tommi Makinen (finlandês) no primeiro lugar. A Ford liderava na classificação por marcas.
(continua)

23 julho 2008

Peugeot 306 Maxi - A. Lopes - L. Lisboa (Rali de Portugal de 1998)



Editado a 4/04/2020. Não sei porquê talvez por desleixo, nunca corrigi o erro que a Altaya fez nesta miniatura. Assim com base num comentário, o qual agradeço ao seu autor, corrijo o erro da Altaya quando mencionava no fascículo  e na base que esta miniatura é do Rali de Portugal de 1999 quando na verdade é do ano de 1998. Adrujilo Lopes e Luís Lisboa terminaram o Rali de Portugal de 1998 na 14ª posição sendo o terceiro melhor português. Rui Madeira num Toyota Celica GT-Four foi o melhor português (9º da geral). Colin McRae (escocês) foi o vencedor do rali num Ford Subaru Impreza S4 WRC.
Esta miniatura pertence à colecção Os Nossos Campeões de Ralis.
O Peugeot 306 Maxi de Adruzilo Lopes apenas conseguiu um resultado satisfatório no Rali de Portugal de 1999. Adruzilo Lopes terminou o rali na 16ª posição e não conseguiu lutar pela classificação de melhor piloto nacional; na categoria de Formula 2/Kit Car (carros de duas rodas motrizes) apenas conseguiu ser o melhor piloto nacional. Nessa categoria, onde Adruzilo ficou em terceiro, a vitória foi para Alister McRae (irmão de Colin McRae) num Hyunday. Colin McRae venceu o rali num Ford Focus enquanto Rui Madeira (subaru) foi o melhor piloto nacional.
Adruzilio Lopes foi três vezes campeão nacional de ralis (1997, 1998 e 2001) sempre na Peugeot. Neste ano de 1999, Adruzilo Lopes ainda participou, com o 306 Maxi, nos seguintes ralis do mundial: Catalunha (desistiu), Mil Lagos (43ª posição) e Sanremo (desistiu).
A miniatura de hoje é o Peugeot 306 Maxi de Adruzilo Lopes na versão do Rali de Portugal de 1998. (ano corrigido)
Nota: aconselho a consulta do anterior post já publicado sobre o Peugeot 306 Maxi.
Continuação do Campeonato do Mundo de Ralis de 1999
No Rali da Acrópole a vitória da Subaru e de Richard Burns confirmou uma tendência que vinha desde o início do campeonato: as vitórias sucediam-se duas a duas para cada uma das marcas, primeiro para a Mitsubishi, depois para Ford, seguindo-se a Citroen e agora duas vitórias para a Subaru. Carlos Sainz (Toyota) e Tommi Makinen (Mitsubishi) subiram ao pódio por esta ordem.
O Rali da Nova Zelândia foi significativo para Tommi Makinen (Mitsubishi) isto porque o finlandês viria a vencer a prova consolidando assim a sua liderança no campeonato. Makinen lutou contra Colin McRae (Ford), que vira a desistir, e lutou contra Didier Auriol (Toyota) mas o piloto da Mitsubishi soube resistir a tudo e a todos. Juha Kankkunen (Subaru) ficou em segundo lugar e Tony Gardmeister ao ficar na terceira posição conseguia o seu e do Seat Cordoba WRC primeiro pódio da carreira. E com a vitória da Mitsubishi foi quebrada a “estranha” sequência de vitórias que vinha acontecendo desde o início do campeonato.
No Rali dos Mil Lagos esperava-se uma grande luta entre os principais candidatos à vitória. Contudo a prova foi completamente dominada pelos pilotos da Subaru: Burns e Kankkunen. Os restantes candidatos nada puderam fazer perante a superioridade da Subaru. Makinen desistiu e apenas conseguiu dois pontos na classificativa que era televisionada. Didier Auriol (Toyota) conseguiu nessa classificativa três pontos. A vitória no rali foi para o veterano Kankkunen, seguido do seu colega de equipa Burns e a terceira posição foi para Sainz (Toyota), posição essa conquista a McRae na tal classificativa onde todos os pilotos, mesmo os que já tinham abandonado, podiam participar.
(continua)