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30 setembro 2018

McLaren MP4/4 - Ayrton Senna (1988)




Esta miniatura pertence à colecção Formula 1 The Car Collection da Salvat. – Fasc. Nº 1.

Esta miniatura representa o McLaren MP4/4 de 1988 do piloto brasileiro Ayrron Senna. Inicialmente não tencionava colocar aqui no blog esta miniatura porque já tenho duas deste McLaren, uma do Ayrton Senna e outra do Alain Prost (por favor clicar no nome da cada um dos pilotos para ter acesso ao artigo dedicado a cada uma das miniaturas), que anteriormente abordei aqui no 4Rodinhas. Mas optei por tentar fazer uma breve análise e comparação da qualidade das três miniaturas, esta da Salvat e as outras duas da Minichamps.

Contudo primeiro coloco aqui alguns dados da ficha técnica do McLaren MP4/4: o motor era o Honda RA 168E, de 1498 cm3, 6V a 80º; com 4 vávulas por cilindro com uma potência máxima de 640 cv às 12500 rpm; a alimentação era por injeção eletrónica da Honda; a sobrealimentão era efectuada por dois compressores IHI com uma pressão de 2,5 bar; a caixa de dispunha de 6 velocidades; o chassis era monocoque de fibra de carbono e estrutura honeycomb; o peso era de 540 kg; a suspenção dianteira em sistema pull-rod, a traseira em push-rod e ambas com triangulos sobrepostos.

Em relação à sua história na Formula 1, é mais do que conhecida; os pilotos eram o brasileiro Ayrton Senna e o francês Alain Prost; que se bateram durante a época toda tendo saido vencedor Ayrton Senna que se tornou campeão do Mundo de Formula 1 em 1988.


No que diz respeito à qualidade da miniatura da Salvat, na minha opinião, é bastante razoável. Nota-se que existem algumas imperfeições quer ao nível dos acabamentos como na colocação de alguns decalques; nas duas miniaturas da Minichamps, apesar de não serem também perfeitas, parecem-me um pouco melhor neste aspeto; a miniatura do Prost, tem inclusivé, os decalques da Marlboro. O pequeno encosto do capacete parece-me ser de dimensões exageradas; na miniatura do Senna da Minichamps está melhor, na do Prost não têm (o que é uma falha).
As pequenas tomadas de ar colocadas sobre os flancos da miniatura podia ter as entradas pintadas de preto (sempre poderei eu facilmente efectuar essa correcção); a minitura do Senna da Minichamps, não há essas pequenas tomadas de ar, o que podia acontecer na realidade; na do Prost essas tomadas de ar existem e têm a entrada pintada de preto. Outro pormenor são as astes e os retrovisores na miniatura da Salvat são pintados a vermelho; nas duas miniaturas da Minichamps temos as astes em preto que seguram o retrovisor em vermelho, que é o mais correcto. Na miniatura da Salvat não há piloto mas tem os cintos representados e é tudo ao nível dos interiores, enquanto nas duas miniaturas da Minichamps temos os pilotos representados dentro do monolugar.

Existem alguns pontos a favor da miniatura da Salvat, em relação às duas da Minichamps, um deles é o arco que fica logo atrás do capacete do piloto, que está mais bem representado na miniatura da Salvat, outro ponto a favor são as pequenas antenas que estão logo atrás desse arco, que nas miniaturas da Minichamps não existem e ainda posso falar positivamente sobre a base que vem com a miniatura que representa, com os correctores vermelhos e brancos, uma curva da pista.

Haveria muito mais para dizer sobre esta comparação, mas termino dizendo que na minha opinião vale bem a aquisição desta primeira miniatura da Salvat, quanto mais não seja pelo preço (€3,99) de lançamento que estas colecções normalmente fazem para o primeiro fascículo.



Os pilotos do McLaren MP4/4 em 1988 foram: Alain Prost (#11) e Ayrton Senna (#12).

Vitórias: 15 (A. Prost: 7; A. Senna: 8)

Pole-Position: 15 (A. Prost: 2; A. Senna: 13)

Melhor volta: 10 (A. Prost: 8; A. Senna: 2)

04 outubro 2015

McLaren - Série MP4/2 de 1984 a 1986



Durante os campeonatos de 1984, 1985 e 1986 a McLaren utilizou o MP4/2, desenhado por Jonh Barnard. Nesses três anos o MP4/2 foi sofrendo pequenas alterações, quer para se aperfeiçoar o carro, quer para se adaptar às alterações exigidas pelo regulamento, como por exemplo a redução do combustível permitido por corrida para o ano de 1986 (passou de 220 litros em 1985 para 195 litros para 1986). O motor utilizado era o TAG Porsche; em 1984 a McLaren usava os pneus Michelin tendo passado a utilizar pneus Goodyear para os anos de 1985 e 1986. O McLaren MP4/2 manteve-se sempre bastante competitivo, o que permitiu que o MP4/2 torna-se num dos carros mais vitoriosos da história da Formula 1.


McLaren MP4/2 de Niki Lauda em 1984
Miniatura da Minichamps à esc. 1/43
1984 – McLaren MP4/2
16 Grandes Prémios
Pilotos: #7 - Alain Prost – 16 GP
             #8 - Niki Lauda – 16 GP
12 vitórias (7 para Prost e 5 para Lauda)
3 pole-positions (todas de Prost)
8 melhores voltas (3 para Prost e 5 para Lauda)
18 podios (9 para Prost e 9 para Lauda)
Niki Lauda - Campeão do Mundo de 1984
McLaren - Campeã de Construtores de 1984


          
             McLaren MP4/2B de Niki Lauda em 1985                     McLaren MP4/2B de Alain Prost em 1985
                 Miniatura da Minichamps à esc. 1/43                             Miniatura da Solido à esc. 1/43
1985 – McLaren MP4/2B
16 Grandes Prémios
Pilotos: #1 - Niki Lauda – 14 GP
             #1 - Jonh Watson – 1 GP (substituiu Lauda no GP da Europa)
             #2 - Alain Prost – 16 GP
6 vitórias (1 para Lauda e 5 para Prost)
2 pole-positions (todas de Prost)
6 melhores voltas (1 para Lauda e 5 para Prost)
12 podios (1 para Lauda e 11 para Prost)
Alain Prost - Campeão do Mundo de 1985
McLaren - Campeã de Construtores de 1985


         
            McLaren MP4/2C de Alain Prost em 1986                                 McLaren MP4/2C de Keke Rosberg em 1986
                            Miniatura da RBA à esc. 1/43                                          Miniatura da Minichamps à esc. 1/43
                                                                                                      Esta miniatura é alusiva ao GP de Portugal de 1986
1986 – McLaren MP4/2C
16 Grandes Prémios
Pilotos: #1 - Alain Prost – 16 GP
             #2 - Keke Rosberg – 16 GP
4 vitórias (todas de Prost)
2 pole-positions (1 para Prost e 1 para Rosberg)
2 melhores voltas (todas de Prost)
12 podios (11 para Prost e 1 para Rosberg)
Alain Prost - Campeão do Mundo de 1986
McLaren - vice-Campeã de Construtores de 1986

Ao todo nesses 3 anos a McLaren participou em 48 GP tendo vencido 22 provas (16 para Prost e 6 para Lauda), obteve 7 pole-positions (6 para Prost e 1 para Rosberg), 16 melhores voltas (10 para Prost e 6 para Lauda) e 42 podios (31 para Prost, 10 para Lauda e 1 para Rosberg). Venceu 3 Campeonatos de Pilotos e 2 de Construtores.

21 julho 2015

Ferrari 640/F1-89 - Nigel Mansell (1989)



Esta miniatura pertence à colecção Ferrari F1 Collection – Fasc. Nº 33.
O Ferrari 640/F1-89 foi o primeiro monolugar da Formula 1 a ser equipado com uma caixa eletrohidráulica no volante, isto significava a eliminação dos mecanismos da caixa manual, prescindindo-se da alavanca das mudanças, sendo que o piloto passava a efectuar as mudanças das velocidades nas duas palhetas que estavam dispostas atrás do volante. Contudo esta inovação iria ter os seus custos no campeonato; a Ferrari sofreu vários problemas devido à nova tecnologia ao longo da temporada. Posteriormente todas as equipas iriam adoptar esta nova tendência que ainda hoje é utilizada.
John Barnard foi o designer responsável pelo Ferrari 640/F1-89, aliás Barnard já vinha desenvolvendo os monolugares da Ferrari desde 1987 e iria manter-se em Maranello até 1990.
O Ferrari 640/F1-89 foi um monolugar inovador no aspecto da caixa mas para além disso destacava-se também pela sua inconfundível estética salientando-se o bico do monolugar (bico-de-pato). O motor atmosférico de 12 cilindros debitava 600 cv às 12500 rpm.
Para a temporada de 1989 a Ferrari contratou o piloto inglês Nigel Mansell (ex-Williams) e manteve o austríaco Gerhard Berger.
A miniatura apresentada representa o Ferrari 640/F1-89 de Nigel Mansell para a temporada de 1989.
Nigel Mansell nasceu a 8 de Agosto de 1953 na Inglaterra. O seu palmarés na Formula 1 é um dos mais ricos contudo apenas foi campeão uma única vez. Mansell estreou-se na Formula 1 no GP da Áustria de 1980 pela Lotus. Participou em 187 GP’s, obteve 31 vitórias, 32 pole-positions e 30 melhores voltas, sagrando-se campeão em 1992 pela Williams.
Nigel Mansell era um piloto agressivo, ousado e rápido mas por vezes pouco inteligente na gestão da sua corrida. Era um piloto que dava tudo o que tinha, cativando o público por isso mesmo. Depois de disputar os campeonatos de acesso à F1, nos quais Mansell pouco brilhou mas conseguiu captar numa ou noutra ocasião a atenção de Colin Chapman (Lotus), que lhe proporciona a estreia na F1 na sua equipa aos 27 anos. No ano de 1980 Mansell participa em 2 GP’s. Colin Chapman vê potencialidades em Mansell e contrata o piloto inglês para 1981. Mansell iria manter-se na Lotus durante 4 temporadas, tendo obtido o primeiro pódio em 1981, a primeira melhor volta em 1983 e a primeira pole-position em 1984, contudo não conseguiu vencer nenhum GP pela Lotus (o melhor que conseguiu nestes 4 anos na Lotus foram 5 terceiros lugares); nestes anos na Lotus, Nigel Mansell teve como colega de equipa o italiano Elio de Angelis e foi sempre batido por este no campeonato: 14º lugar em 1981; 14º em 1982; 13º em 1983 e 10º em 1984. No final de 1984 Nigel Mansell sai da Lotus e assina pela Williams, onde permanece durante 4 anos: na Williams vence o seu primeiro GP em 1985 (GP da Europa disputado no circuito de Brands Hatchs). Em 1985 é 6º no campeonato (2 vitorias), em 1986 é 2º no campeonato (5 vitorias), em 1987 é 2º (6 vitorias), perdendo o título para o seu colega de equipa Nelson Piquet (brasileiro) e em 1988 é 9º no campeonato. Para Mansell é tempo de mudar de equipa e assina pela Ferrari por dois anos. A aventura era difícil porque a Ferrari não vencia o campeonato de pilotos desde 1979. Em 1989 Mansell tem como colega de equipa Gerhard Berger e fica em 4º lugar com 2 vitórias. Mas no ano seguinte o seu colega de equipa é o francês Alain Prost e a sua situação na equipa torna-se desconfortável ficando apenas em 5º lugar no campeonato (1 vitória) e atrás de Prost, que lutou pelo título até ao fim do campeonato com o brasileiro Ayrton Senna (McLaren). Desmotivado, ainda antes do fim da temporada de 1990, Mansell anuncia que vai abandonar a F1. Posteriormente muda de ideias e acreditando no projecto de Frank Williams assina pela sua equipa com a convicção que ainda poderia ser campeão na F1. Em 1991 termina a época em 2º lugar com 5 vitórias e em 1992 Nigel Mansell, com 39 anos, sagrou-se finalmente campeão da Formula 1 com 9 vitórias, um record na época. O monolugar da Williams era fantástico. Nesse ano de 1992 Alain Prost tinha feito uma pausa na carreira mas anuncia que para 1993 iria correr pela Williams. Mansell não terá gostado da ideia de voltar a ter como colega de equipa o francês e decidiu abandonar a F1 mas continuar a carreira nos EUA na Formula IndyCar, campeonato que viria a vencer nesse mesmo ano. Na Formula 1, Nigel Mansell ainda participou em 4 GP’s pela Williams no ano de 1994 (1 vitória) e mais 2 GP’s em 1995 pela McLaren. Apesar de nos anos seguintes ter havido mais algumas tentativas (testes) de regressar à F1 as participações de Mansell na categoria terminaram em 1995.

O campeonato de 1989
A estreia do Ferrari 640/F1-89 no GP do Brasil foi excelente para a equipa de Maranello: Mansell venceu a corrida logo na estreia do novo carro e no seu primeiro GP pela Ferrari. Contudo o outro piloto da Ferrari, Gerhard Berger, teve um acidente e desistiu. Gerhard Berger iria sofrer uma série infindável de desistências durante as 10 primeiras provas do ano (4 dessas desistência relacionadas com a nova caixa de velocidades). Nas 4 corridas seguintes (San Marino, Monaco, México e EUA) o Ferrari de Nigel Mansell sofreu sempre do mesmo mal causando o seu abandono: problemas na caixa de velocidades. Ayrton Senna (McLaren) venceu as provas de San Marino, Monaco e México. Alain Prost (McLaren) venceu nos EUA.
No Canadá a vitória sorriu ao piloto belga Thierry Boutsen (Williams) que assim vencia pela primeira vez na F1. Nigel Mansell foi desclassifido. Nos GP’s da França, Grã-Bretanha e Alemanha a McLaren foi sempre vencedora (Prost vence na França e na Grã-Bretanha e Senna na Alemanha). Na Ferrari as coisas começaram a melhorar um pouco e Mansell conseguiu o segundo lugar na França e na Grã-Bretanha (onde quase venceu) e o terceiro lugar na Alemanha. A prova deste bom momento da Ferrari aconteceu no GP da Hungria que Mansell venceu partindo do 12º lugar da grelha, fazendo uma fantástica recuperação num circuito onde é difícil ultrapassar. No GP da Bélgica Nigel Mansell conseguiu terminar no terceiro lugar.
Depois de 5 GP’s com bons resultados Nigel Mansell não conseguiu terminar mais nenhum das 4 últimas corridas da época. Pelo contrário, Gerhard Berger, o seu colega de equipa, que vinha de uma série negra de 10 desistências nos 10 primeiros GP’s do ano, conseguiu finalmente quebrar a maré de azar e terminou o GP de Itália em segundo lugar (Prost venceu a prova).
No GP de Portugal Mansell esteve envolvido num acidente polémico com Senna, numa altura da prova em que Mansell já tinha visto a bandeira negra mas que optou por continuar em pista durante mais algumas voltas. Gerhard Berger venceu a prova portuguesa e ficou em segundo lugar no GP da Espanha que Senna venceu. De salientar que nestas 3 provas (Italia, Portugal e Espanha) Berger partiu sempre do 2º lugar da grelha de partida. O Ferrari 640/F1-89 nunca conseguiu alcançar a pole-position, pelo que estes 3 GP’s foram os melhores resultados em termos de qualificação para o 640. Mansell nunca conseguiu melhor que o 3º lugar na grelha de partida (em 7 ocasiões).
Nos dois últimos GP’s da temporada, Berger voltou às desistências; no Japão houve o polémico acidente, já por demais debatido, entre Prost e Senna, que ditou o campeonato para o piloto francês da McLaren. A vitória foi para o piloto italiano Alessandro Nannini da Benetton. Na Austrália o vencedor foi Boutsen da Williams.
No final da temporada Prost sagrou-se campeão (4 vitorias). Nigel Mansell foi o 4º classificado com 38 pontos (2 vitórias) e Gerhard Berger ficou em 7º com 21 pontos (1 vitória). A McLaren venceu o campeonato (10 vitórias) e a Ferrari ficou em 3º lugar com 59 pontos (3 vitórias).

Os pilotos do Ferrari 640/F1-89 em 1986 foram: #27 Nigel Mansell (italiano) e #28 Gerhard Berger (austríaco).
Vitórias: 3 (Mansell: 2; Berger: 1)
Pole-position: 0
Melhor volta: 4 (Mansell: 3; Berger: 1)

10 outubro 2013

Ferrari F1-86 - Stefan Johansson (1986)

 
Esta miniatura pertence à colecção Ferrari F1 Collection – Fasc. Nº 10.
O novo monolugar da Ferrari para o ano de 1986, desenhado por Mauro Forghieri e Harvey Postlethwaite, tinha sido concebido com o novo limite de combustível para essa temporada: 195 litros. Um verdadeiro desafio para as equipas uma vez que desde 1984, após a proibição dos reabastecimentos, que o limite da capacidade dos depósitos vinha diminuindo a cada ano que passava.
O Ferrari F1-86 procurava ser melhor que o do ano anterior mas o que na teoria parecia ser possível na prática revelou-se um verdadeiro quebra-cabeças para a equipa italiana e seus pilotos. O Ferrari F1-86 apresentava melhorias ao nível das suspensões, aerodinâmica e a utilização de instrumentos óptico-electrónicos com um ecran digital que indicava os dados relativos ao consumo e distância. Tratou-se do primeiro passo rumo aos volantes-computador da primeira década do século XXI. in fascículo nº 10 da Ferrari F1 Collection, pag. 3.
O motor era o mesmo do ano anterior, com ligeiras modificações, de seis cilindros turbo em “V” a 120º e podia debitar 850 cv às 11500 rpm, logo mais potente do que no ano anterior. “A dissipação do calor gerado pelo motor exigiu amplas superfícies radiantes que ocupavam os painéis laterais quase por completo.” in fascículo nº 10 da Ferrari F1 Collection, pag. 14.
Ao longo de toda a temporada o Ferrari F1-86 foi tendo uma série quase infindável de problemas mecânicos que atestam a sua pouca fiabilidade logo pouco competitivos nunca conseguir ser uma ameaça às principais equipas (Williams, McLaren e Lotus).
A Ferrari manteve os mesmos pilotos da época anterior: Michelle Alboreto (italiano), que tinha sido o vice-campeão, e Stefan Johansson (sueco), que substituiu o francês René Arnoux após o primeiro GP de 1985. Não seria pela qualidade dos seus pilotos que a Ferrari deixaria de fazer um boa temporada. A comparação da temporada da Ferrari de 1986 com a de 1985 é desastrosa: zero vitórias, zero pole-positions e zero melhores voltar. Enquanto em 1985 a Ferrari ainda lutou pelos títulos em 1986 esteve muito longe de o poder fazer.
A miniatura de hoje representa o Ferrari F1-86 que o piloto sueco Stefan Johansson utilizou durante a temporada de 1986.

O campeonato de 1986
O GP do Brasil foi o primeiro da época tendo Nelson Piquet (brasileiro) vencido a prova logo na sua estreia pela equipa Williams. Piquet tinha deixado a Brabham no final de 1985 e assinou pela equipa de Frank Williams. Os dois Ferrari não tiveram sorte e acabaram por desistir com problemas mecânicos. No GP de Espanha assistiu-se a um final emocionante com o brasileiro Ayrton Senna (Lotus) a sagrar-se vencedor com o inglês Nigel Mansell (Williams) a escassos centímetros do brasileiro. Os Ferrari voltaram a desistir novamente com problemas mecânicos. No GP de Imola a Ferrari conseguiu os primeiros pontos da temporada por intermédio do 4º lugar de Johansson enquanto Alboreto registava novo abandono. A vitória foi para o francês Alain Prost (McLaren), que teria sido a sua terceira vez consecutiva em Imola caso no ano anterior não tivesse sido desclassificado.
No Mónaco os Ferrari de Alboreto e Johansson desistiram novamente com problemas mecânicos, no entanto o sueco ainda conseguiu classificar-se em 10º lugar. Alain Prost venceu a prova pela terceira vez consecutiva.
No GP da Bélgica os dois Ferrari terminaram nos lugares pontuáveis pela primeira vez neste ano: Johansson em terceiro (primeiro pódio da Ferrari no ano) e Alboreto em quarto. Nigel Mansell venceu a sua primeira corrida do ano, vitória que iria repetir no GP seguinte no Canadá. A Ferrari por seu lado falhou novamente, Alboreto foi o oitavo e Johansson desistiu, e iria desistir também no GP de Detroit. Alboreto alcançou mais três pontos devido ao quarto lugar. Ayrton Senna conseguiu a sua segunda vitória do ano em Detroit.
No GP da França, Alboreto após um arranque falhado consegue recuperar até à oitava posição enquanto Johansson viu o turbo do motor do seu Ferrari rebentar. No GP da Inglaterra, Johansson envolveu-se num acidente na partida mas o seu carro foi reparado a tempo da segunda partida contudo nada lhe valeu visto que viria abandonar. Alboreto não teve melhor sorte e abandonou também. Nos GP’s da França e Inglaterra o vencedor foi o mesmo: Nigel Mansell no Williams-Honda.
No GP da Alemanha a Ferrari continuava a série negativa que vinha praticamente desde o inicio do campeonato: Alboreto desistiu e Johansson, voltando a estar envolvido num acidente na partida, termina na 11ª posição. A vitória foi para Nelson Piquet, que já não vencia desde o primeiro GP do ano (Brasil). Nelson Piquet voltaria a vencer na Hungria e Johansson voltou também aos pontos graças ao quarto lugar. Alboreto não escapou à má sina da Ferrari e registou nova desistência, desta vez por acidente.
Na Áustria a Ferrari registou o melhor resultado do ano: Johansson foi o segundo e Alboreto o terceiro. A vitória, essa foi para Alain Prost que assim ganhava fôlego para manter as esperanças de revalidar o título. No GP de Itália Nelson Piquet volta a vencer e a Ferrari consegue um novo pódio através do terceiro lugar de Stefan Johansson. Alboreto desistiu. No GP de Portugal os dois Ferrari voltaram a terminar contudo apenas nos últimos lugares pontuáveis: Alboreto foi quinto e Johansson sexto. Mansell venceu a prova. Alguns dias depois da prova portuguesa Enzo Ferrari anunciava a contratação de John Barnard da McLaren. Desejoso de dar a volta à situação negativa que a sua equipa atravessava Enzo Ferrari dava plenos poderes a John Barnard.
No México a nota de maior registo foi a vitória de Gerhard Berger (austríaco) que vencia pela primeira vez na F1 e dava também a primeira vitória à Benetton. Os Ferrari, esses voltavam à lista dos abandonos. Na última prova do ano havia três pilotos com possibilidades de vencer o título: os dois pilotos da Williams, Piquet e Mansell, e Alain Prost da McLaren. E seria Prost a vencer a corrida e a sagrar-se campeão do mundo, com alguma sorte, é verdade, mas também com muito mérito visto que foi mantendo na luta até ao fim, quando claramente já não tinha o melhor conjunto (carro/motor) do pelotão da F1, que era o Williams/Honda. Stefan Johansson terminou em terceiro e Alboreto desistiu. Prost venceu ocampeonato com 72 pontos e a Williams venceu nos construtores com 141 pontos. Stefan Johansson foi o 5º classificado com 23 pontos e Michele Alboreto o 8º com 14 pontos. A Ferrari terminou o ano com 37 pontos e na 4ª posição.

Stefan Johansson nasceu a 8 de Setembro de 1956 na Suécia. Johansson esteve envolvido em 104 GP’s mas apenas participou em 79 GP’s. A sua primeira tentativa na F1 acontece em 1980 com a Shadow mas falhou a qualificação no Brasil e na Argentina. A sua estreia apenas acontece em 1983 no GP da Inglaterra com a Spirit. Nesse ano participa em 6 GP’s tendo obtido um sétimo lugar. Em 1984 participa em provas com a Tyrrell que depois foi desclassificada por irregularidades nos carros e posteriormente participa nos 3 últimos GP’s do ano com a Toleman. Na primeira prova com Toleman, em Italia (substituía Ayrton Senna, castigado pela equipa por ter assinado pela Lotus), Johansson alcança o quarto lugar. Para 1985, Stefan Johansson efectua a primeira prova (Brasil) com a equipa Tyrrell mas antes da segunda corrida (Portugal) é contactado pela Ferrari para substituir o francês René Arnoux. Nas restantes 15 provas de 1985 Johansson consegue boas performances e obtém dois segundos lugares. Em 1986, ainda na Ferrari, e com um carro visivelmente inferior consegue 4 terceiros lugares terminado o ano em 5º lugar e à frente do seu colega de equipa Michele Alboreto. Gerhard Berger entra na Ferrari e Johansson sai para a McLaren. Assim em 1987 Stefan Johansson consegue, com um carro que já estava ultrapassado, 2 segundos lugares e 3 terceiros lugares. Termina o ano na sexta posição e sai da McLaren para correr pela Ligier em 1988. Estes foram os seus melhores anos na F1 (1985, 1986 e 1987). Na Ligier não consegue nenhum ponto mas a equipa já não era a mesma que pontuava regularmente, não conseguindo inclusive qualificar-se em seis ocasiões. Para 1989 Stefan Johansson tem um desafio ainda maior na pequena equipa da Onyx, que fazia a estreia na F1 tendo que enfrentar as pré-qualificações existentes na época devido à numerosa lista de inscritos que havia. No entanto Stefan Johansson foi lutando e muitas das vezes não conseguia passar nas pré-qualificações, contudo no GP de Portugal consegue qualificar-se e, pasme-se, conseguiu um feito notável ao terminar na terceira posição (12º pódio da sua carreira na F1). Foi sua penúltima corrida na F1. Nesse ano não conseguiu qualificar-se para mais nenhuma prova. Em 1990, ainda na Onyx, tentou por duas vezes qualificar-se, sem êxito, para duas provas. E por aqui se ficou nesse ano. Em 1991 nos dois primeiro GP’s do ano tentou novamente qualificar-se, desta vez na equipa AGS, mas falhou. Depois passou para a Footwork e em quatro ocasiões apenas conseguiu a qualificação para o GP do Canadá. Foi a sua última participação na F1. Stefan Johansson foi um bom piloto da F1 que apesar de ter corrido pela Ferrari e pela McLaren, tal aconteceu em alturas que as equipas se encontravam já em fases descendentes.
Depois da F1 Stefan Johansson esteve envolvido durante alguns anos no campeonato americano CART. Como muitos pilotos que passaram pela F1, Stefan Johansson também apresenta no seu currículo várias participações nas 24 Horas de Le Mans, na qual a mais importante tenha acontecido em 1997 quando venceu as míticas 24 Horas de Le Mans ao lado de Michele Alboreto (seu ex-colega na Ferrari nos anos de 1985 e 1986) e de Tom Kristensen num Porsche WSC-95.

Os pilotos do Ferrari F1-86 em 1986 foram: #27 Michele Alboreto (italiano) e #28 Stefan Johansson (sueco).
Vitórias: 0
Pole-position: 0
Melhor volta: 0

05 setembro 2013

Ferrari 156-85 - Michele Alboreto (1985)

 
Faz hoje sete anos que iniciei o blog 4Rodinhas, e embora já não tenha a mesma dinâmica desses tempos, em parte porque a colecção já se encontra aqui exposta, a vontade de dar continuidade a este projecto continua intacta. O que sucede actualmente é que agora apenas vou postando as novas aquisições para a minha colecção de miniaturas à escala 1/43.
No entanto não quero deixar de assinalar esta ocasião e aproveitar o facto para agradecer a todos os visitantes que por aqui passam e convidá-los, caso queiram, a fazer uso da caixa de comentários para dar as suas opiniões.
Bem hajam a todos!


Esta miniatura pertence à colecção Ferrari F1 Collection – Fasc. Nº 12.
A temporada de 1985 foi a última a que Enzo Ferrari assistiu com vida em que a sua equipa esteve perto de conquistar os títulos em disputa. Enzo Ferrari viria a falecer em 1988 mas este ano de 1985 foi de facto o ano em que a sua equipa com um piloto italiano estiveram grande parte do campeonato na liderança contudo na parte final (ultimo terço) do campeonato as coisas inverteram-se e todos os esforços foram em vão no sentido de chegar à conquista do(s) título(s).
O monolugar da Ferrari para o ano de 1985 era completamente novo e Enzo Ferrari depositava grandes expectativas para essa temporada. Concebido pelo engenheiro britânico Harvey Postletwaite, o Ferrari 156-85 dispunha de um motor turbo V6 de 1496 cm3 com uma potência máxima de 780 cv às 11500 rpm. Para a qualificação o motor podia atingir os 1000 cv de potência (facto que era também muito comum nos motores adversários). O chassis era um monobloco, compósito de kevlar e fibras de carbono. A caixa era manual e dispunha de 5 velocidades. Na época os F1 estavam limitados a um consumo máximo de 220 litros de combustível por prova.
A miniatura representa o Ferrari 156-85 do piloto italiano Michele Alboreto no campeonato de 1985.
A equipa de pilotos da Ferrari era a mesma que tinha participado no campeonato de 1984: Michele Alboreto (italiano) e René Arnoux (francês). Foi com estes dois pilotos que a Ferrari se apresentou no inicio do campeonato no Brasil. Contudo entre a prova brasileira e o GP de Portugal o piloto francês foi substituído pelo sueco Stefan Johansson. As razões do sucedido nunca foram explicadas e até hoje o mistério do despedimento de Arnoux continua.
No Gp do Brasil os pilotos da Ferrari obtiveram um resultado positivo: Alboreto fez a pole-position (a única na temporada) e foi o segundo classificado na corrida, atrás do francês Alain Prost em McLaren; Arnoux foi o quarto classificado. Após este resultado Arnoux foi substituído por Johansson.
O GP de Portugal realizou sob condições atmosféricas adversas, contudo Alboreto conseguiu novamente o segundo lugar atrás do Lotus de Ayrton Senna (brasileiro) que vencia pela primeira vez uma prova na F1. Johansson na sua primeira prova pela Ferrari, sem grande tempo de adptação ao 156-85, ficou-se pela oitava posição.
No circuito de Imola, uma prova que causava alguns problemas ao nível do consumo de combustível, os Ferrari estiveram entre o “céu e o inferno”, Alboreto desistiu (mas efectuou a volta mais rápida) no entanto Johansson esteve muito perto de vencer a prova mas ficaria pelo sexto lugar. A quatro voltas do fim Senna, que liderava a prova desde o inicio, fica sem combustível e entrega a liderança a Johansson que ao fim de mais uma volta fica também sem combustível. Prost herda a liderança e vence a prova praticamente já sem combustível também. Mas nas horas seguintes é desclassificado e Elio de Angelis (italiano) num Lotus é declarado o vencedor do GP de Imola com Thierry Boutsen (belga) em segundo lugar num Arrows..
No GP do Monaco Alboreto soma o seu terceiro segundo lugar em 4 provas; Prost é o vencedor; Johansson desiste num acidente logo na primeira volta. Alboreto volta a fazer a volta mais rápida da prova.
O GP do Canadá “deu” à Ferrari a sua primeira e única dobradinha da temporada: Alboreto vence a corrida com Johansson em segundo lugar. No GP dos EUA, Keke Rosberg (finlandês) vence a prova num Williams, Stefan Johansson fica em segundo e Alboreto é terceiro. Com seis provas realizadas, Alboreto é o primeiro classificado do campeonato com 31 pontos seguido de De Angelis com 24 pontos e Prost com 22 pontos.
O GP da França não foi favorável a Alboreto que teve que desistir com o motor partido mas o seu colega de equipa conseguiu um quarto lugar. Nelson Piquet (brasileiro) venceu a prova francesa com o Brabham e Prost foi o terceiro classificado atrás de Rosberg.
No GP da Grã-Bretanha Alain Prost vence a corrida com Michele Alboreto em segundo lugar. Na prova seguinte, disputada na Alemanha, estes dois pilotos inverteram as posições: Alboreto obtêm uma bela vitória com Prost em segundo lugar. Nestas duas provas Johansson não conseguiu pontuar. Alboreto liderava o campeonato com 46 pontos mais 5 que Prost.
No GP da Áustria Prost acabaria por alcançar Alboreto no campeonato ao vencer a prova tendo o italiano da Ferrari terminado a prova em terceiro lugar. Johansson foi o quarto classificado. Nesta fase do campeonato a McLaren demonstrava uma clara e significativa subida de forma que ficaria mais uma vez demonstrada no GP da Holanda. Por outro lado a Ferrari dava sinais de alguma estagnação causando preocupação para o resto do campeonato. A corrida holandesa “deu” a última vitória da carreira de Niki Lauda (austriaco) num McLaren tendo Prost, seu colega de equipa, terminado em segundo lugar. Alboreto ficou em quarto lugar. Foram os seus últimos pontos conquistados em 1985.
Alain Prost venceu o GP de Italia; Alboreto não pontuou e Johansson, que não pontuou na Holanda, arrecadou dois pontos pelo quinto lugar. Na Bélgica, Prost fica em 3º lugar e a vitória foi de Ayrton Senna. Mais uma vez nenhum Ferrari pontua. No GP da Europa, disputado no circuito de Brands Hatch, Alain Prost finalmente conquista o título de campeão ao terminar na quarta posição. O britânico Nigel Mansell num Williams vence a prova, a sua primeira da carreira. A Ferrari volta a não pontuar. Com dois GP’s para terminar a época, há a registar duas vitórias para a Williams: na África do Sul para Mansell e em Adelaide (estreia da Austrália na F1) para Rosberg. Johansson é o único piloto da Ferrari a pontuar: quarto na África do Sul e quinto na Austrália.
O campeonato termina com Alain Prost campeão (73 pontos e 5 vitórias) e Michele Alborteto em segundo lugar com 53 pontos (2 vitórias). Stefan Johansson fica em 7º lugar com 26 pontos e Arnoux em 18º lugar com 3 pontos. A McLaren sagra-se campeã com 90 pontos (6 vitórias) e a Ferrari termina em segundo lugar com 82 pontos (2 vitórias).

Michele Alboreto nasceu a 23 de Dezembro de 1956 em Itália. Depois de ter passado pelas formulas de formação e da conquista do título de Formula 3, a sua estreia na Formula 1 aconteceu no Gp de Imola de 1981 pela equipa Tyrrell. A equipa de Ken Tyrrell já não era a mesma que no final dos anos 60 e início dos anos 70 lutava pelos títulos mas Ken Tyrrell continuava a saber escolher os jovens pilotos com potencial para serem campeões na F1, como era o caso de Michele Alboreto.
Nesta primeira temporada de F1 nada de relevante se passou para Alboreto a não ser a sua aprendizagem na categoria máxima do desporto automóvel. Em 1982 os resultados começaram a aparecer até que na última prova da época Alboreto chega à vitória, a sua primeira na F1, no GP de Las Vegas. No ano seguinte, em 1983, Alboreto continua com a Tyrrell e vence mais uma prova. Os bons resultados chamam a atenção a Enzo Ferrari que o contrata para 1984. Assim Alboreto chega à Ferrari com a esperança de ser o próximo campeão do mundo italiano na F1. O último tinha sido Alberto Ascari em 1953. Em 1984, num ano dominado pela McLaren, Alboreto vence apenas uma prova com a Ferrari. O ano de 1985 trazia melhores e maiores esperanças. De facto foi a melhor oportunidade que Alboreto teve para se sagrar campeão no entanto a parte final do campeonato foi bastante adversa para o italiano que viu as suas hipóteses a esfumarem-se num ápice. Termina a época como vice-campeão com duas vitórias, não voltaria a vencer na F1. A partir daqui a sua carreira na F1 entra em declínio. De 1986 a 1988, ainda na Ferrari consegue alguns pódios mas fica sempre atrás dos seus colegas de equipa. Em 1989 regressa à Tyrrell onde ainda obtêm um terceiro lugar no México mas problemas com patrocínios levam-no para a Lola, sem grandes resultados. Nos 3 anos seguintes (1990 a 1992) Alboreto corre pela Footwork, tendo conquistado pouco mais de meia dúzia de pontos nesses anos. Em 1993 faz 9 Gp’s pela Lola mais uma vez sem grandes resultados. Em 1994 efectua a sua última temporada na F1 pela Minardi, tendo como melhor resultado o sexto lugar alcançado no Mónaco; um belo resultado na mítica prova e com um fraco carro. Ao todo Michele Alboreto participou em 194 GP’s, tendo vencido apenas 5 provas, 2 pole-positions e 5 melhores voltas. Obteve 23 pódios e conquistou 186,5 pontos.
Resumidamente, depois da Formula 1 Michele Alboreto redirecciona a sua carreia para o DTM (1995), Indy Racing League (IRL) em 1996, ainda participou no IMSA (1997). Em 1997 vence as 24 Horas de Le Mans, com Tom Kristensen e Stefan Johansson (seu ex-colega da F1 na Ferrari) com um TWR Porsche. Depois na Audi ainda tentou vencer novamente as 24 Horas de Le Mans em 1999 e 2000. Em 2001 ainda vence as 12 Horas de Sebring com a Audi. Mas depois nuns testes em Lausitzring (Alemanha) quando conduzia o Audi R8, um rebentamento de um pneu causou o acidente que o vitimaria. Foi a 25 de Abril de 2001, Michele Alboreto tinha 44 anos.

Os pilotos do Ferrari 156-85 em 1985 foram: #27 Michele Alboreto (italiano), #28 René Arnoux (francês) e #28 Stefan Johansson (sueco).
Vitórias: 2 (M. Alboreto: 2)
Pole-position: 1 (M. Alboreto: 1)
Melhor volta: 2 (M. Alboreto: 2)