Esta miniatura pertence à colecção Ferrari – O Mito.
A colecção é composta por 20 miniaturas Ferrari, saiu aos sábados com os jornais Diário de Notícias e O Jogo. O texto que vou publicar foi retirado do fascículo nº 20 que acompanha a miniatura:
Modelo Ferrari GTO – Ano 1984
Os Ferrari, já se sabe, foram sempre velocíssimos, mas é ao próprio Comendador que se deve a genial intuição de iniciar a construção de um Vermelho de prestações extremas, potente até ao limite da imaginação. Assim, no Salão de Genebra, em Março de 84, é lançado o 288 GTO: construção limitada a 200 exemplares (posteriormente 272 para fazer face aos pedidos), motor 8 cilindros em V biturbo, com 4 válvulas por cilindro e 400 CV, uma velocidade máxima de 305 Km/h e acelerações recorde graças à relação peso/potência de apenas 2,9 Kg/Cv. Nenhuma outra casa no mundo havia jamais tido esta ousadia com um carro de estrada e o sucesso de mercado torna-se de imediato alucinante. Na realidade, o GTO derivava do 308 GTB, ainda que profundamente alterado por Pininfarina, com tantas citações históricas ao célebre modelo do qual recebia o nome (uma por todas, as três entradas de ar verticais por trás das rodas traseiras). Além das clássicas vias alargadas, o GTO ostentava um gigantesco spoiler traseiro, jantes em liga especial e aqueles estranhos espelhos retrovisores exteriores salientes que criaram rapidamente uma tendência.
O Projecto Estilístico
O capot do motor escondia um verdadeiro monstro de potência, um 8 cilindros em V biturbo com 4 válvulas por cilindro e 400 CV. Era capaz de levar o carro a atingir uma velocidade máxima superior a 305 Km/h e de oferecer acelerações incríveis graças à relação peso/potência de apenas 2,9 Kg/CV.
O 288 GTO dava um sentido ao seu nome com diversas citações históricas: do spoiler traseiro à traseira estilo “pato” com três pequenas saídas de ar verticais por trás das rodas traseiras.
Embora não pareçam à primeira vista. Os guarda-lamas do 288 GTO eram bastante largos: era necessário espaço para os gigantescos pneus e as jantes especiais.
O espelho retrovisor exterior era saliente, para ficar alinhado com o interior.
In fascículo nº 20.
Como para mim o GTO é o mais espectacular Ferrari, decidi publicar, em formato digital, a reportagem (Ensaio Competição) que vinha na revista Turbo nº 48 (pág. 36 a 45, Setembro de 1985) sobre este modelo da casa de Maranello:
FERRARI GTO
Texto: Pierre Dieudonné
Depois de ter abrandado o suficiente, olhei para o cronómetro manipulado pelo meu passageiro. Indicava 11 segundos e 7 décimos: o GTO acabava de percorrer 1 quilómetro a 307,69 km/h de média… Para ficar de consciência tranquila, controlo uma vez mais a exactidão do cronómetro: é perfeita. Agora não restam dúvidas. Como nós já tínhamos tido oportunidade de verificar com todos os outros modelos da sua gama actual, a Ferrari não adultera as performances do 288 GTO, para o qual anuncia uma velocidade máxima de 305 km/h.
A colecção é composta por 20 miniaturas Ferrari, saiu aos sábados com os jornais Diário de Notícias e O Jogo. O texto que vou publicar foi retirado do fascículo nº 20 que acompanha a miniatura:
Modelo Ferrari GTO – Ano 1984
Os Ferrari, já se sabe, foram sempre velocíssimos, mas é ao próprio Comendador que se deve a genial intuição de iniciar a construção de um Vermelho de prestações extremas, potente até ao limite da imaginação. Assim, no Salão de Genebra, em Março de 84, é lançado o 288 GTO: construção limitada a 200 exemplares (posteriormente 272 para fazer face aos pedidos), motor 8 cilindros em V biturbo, com 4 válvulas por cilindro e 400 CV, uma velocidade máxima de 305 Km/h e acelerações recorde graças à relação peso/potência de apenas 2,9 Kg/Cv. Nenhuma outra casa no mundo havia jamais tido esta ousadia com um carro de estrada e o sucesso de mercado torna-se de imediato alucinante. Na realidade, o GTO derivava do 308 GTB, ainda que profundamente alterado por Pininfarina, com tantas citações históricas ao célebre modelo do qual recebia o nome (uma por todas, as três entradas de ar verticais por trás das rodas traseiras). Além das clássicas vias alargadas, o GTO ostentava um gigantesco spoiler traseiro, jantes em liga especial e aqueles estranhos espelhos retrovisores exteriores salientes que criaram rapidamente uma tendência.
O capot do motor escondia um verdadeiro monstro de potência, um 8 cilindros em V biturbo com 4 válvulas por cilindro e 400 CV. Era capaz de levar o carro a atingir uma velocidade máxima superior a 305 Km/h e de oferecer acelerações incríveis graças à relação peso/potência de apenas 2,9 Kg/CV.
O 288 GTO dava um sentido ao seu nome com diversas citações históricas: do spoiler traseiro à traseira estilo “pato” com três pequenas saídas de ar verticais por trás das rodas traseiras.
Embora não pareçam à primeira vista. Os guarda-lamas do 288 GTO eram bastante largos: era necessário espaço para os gigantescos pneus e as jantes especiais.
O espelho retrovisor exterior era saliente, para ficar alinhado com o interior.
In fascículo nº 20.
Como para mim o GTO é o mais espectacular Ferrari, decidi publicar, em formato digital, a reportagem (Ensaio Competição) que vinha na revista Turbo nº 48 (pág. 36 a 45, Setembro de 1985) sobre este modelo da casa de Maranello:
FERRARI GTO
Texto: Pierre Dieudonné
Depois de ter abrandado o suficiente, olhei para o cronómetro manipulado pelo meu passageiro. Indicava 11 segundos e 7 décimos: o GTO acabava de percorrer 1 quilómetro a 307,69 km/h de média… Para ficar de consciência tranquila, controlo uma vez mais a exactidão do cronómetro: é perfeita. Agora não restam dúvidas. Como nós já tínhamos tido oportunidade de verificar com todos os outros modelos da sua gama actual, a Ferrari não adultera as performances do 288 GTO, para o qual anuncia uma velocidade máxima de 305 km/h.








